quinta-feira, 5 de julho de 2018

[Podcast] Pensando RPG #169 - Três assuntos super legais de RPG!


Bom dia, RPGista!! Segue mais um dos nossos podcast de Perguntas & Respostas. Hoje com três assuntos super úteis de legais para vocês. Segue a sinopse:

Neste episódio, falo sobre como criar personagens e NPCs marcantes, como julgar algumas questões relacionadas aos pontos de vida e ainda como permitir que os jogadores criem suas próprias magias nos mais variados RPG.

Duração: 24m14s
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15 comentários:

  1. Só uma erratinha, quando você acerta 3 Teste de Resistência contra a Morte, você só estabiliza, sem conseguir lutar. No entanto se você tirar um vinte, embora eu faça como se desse 2 sucessos, pela regra do livro você volta com 1 de vida e podendo lutar. A memória falhou no podcast e falei como eu fazia no meu jogo, mas a regra permite ao cara voltar pro combate se tirar 20, retornando com 1 de vida.

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  2. uma coisa, q uma mesa minha o povo curtiu foi um senhorzinho q é patricarca d uma vila e em termos d tempo d vida humano, ele seria um dragao anciao (serio o cara é velho msm, a ponto da bisneta ser ja de 3ª idade), e como ele é praticamente um matusalem, ele tem auseimer, q c esquecia do foi falado a tipo, 3 segundos atraz

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    1. Hehehe, tá vendo, essa é uma peculiaridade bem legal. Verei se levo ela pra um dos podcasts de perguntas & respostas.

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  3. Sobre o a criação de magia.
    Da uma olhada no sistema de Ars Magica ou Mago a Ascensão.
    São sistemas de magias voltados para a narrativa.

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    1. Sim, sim, mas como a pessoa me pareceu estar criando um sistema próprio dei regras mais gerais. Ars Mágica eu não conheço. Mas MAGO a Ascensão joguei muito. Tive uma época de jogar tudo que era livro de Storyteller heheh.

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  4. Mago é muito Bom, a magia é criada pelo player (estourou minha mente quando vi esses sistema pela primeira vez)
    O ars magica é o Mago a ascensão focado 100% na Ordem de Hermes (tem até Tremere no meio). Creio que o sistema de magia espontânea dele, seja o que ele esteja procurando. Lá as palavras se juntam para fazer uma magia. Exemplo: Creo IGNEM! Creo é Criar e Ignem é Fogo. Logo seu mago CRIOU fogo. Dependendo do seu nível Creo e de Ignem, o mago pode ascender uma pequena chama em suas mãos ou arremessar uma fireball que destrói construções. E isso é só um exemplo.
    Você que jogou todos os Storyteller da vida, iria pelo menos curtir o mundo , pois foi o próprio Mark Rein·Hagen que fez ele.

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  5. Boa tarde players e e mestre Schabbach;

    Cara estou em minha segunda cronica de D&d visto que a primeira demorou apenas 1 ano de sessões. Estou aprendendo muito com todos vcs, atravéz de vossas perguntas / sugestões e das repostas do nosso brilhante Leonardo Schabbach.
    Venho de sistema de vampiro a mascara onde o sempre tivemos o custume de valorizar muito a historia do personagem antes do inicio da historia.
    Gostaria de compartilhar com todos vcs um dos preludios de meu player(de antemão advirto ele é bem extenso):

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  6. GALLAHARD O PRINCIPE DE CORMANTHOR - ELFO MAGO

    CAPÍTULO 01 – CORMANTHOR – A QUEDA DA CIDADE ÉLFICA
    Myth Drannor, capital da região Élfica de Cormanthor

    Palácio Real da Corte do Elfos
    01/01/714CV 11:42PM

    O silêncio da floresta pode ser ouvido por toda Cormanthor, a cidade que tem sido nossa casa por inúmeras vidas humanas. Acredito não existir em toda Faêrun um reino tão próspero e perfeito para se viver e praticar A Arte. Daqui do alto das árvores do palácio posso ver quase todo o reino e com isso ver a feição aparente nos rostos felizes de todas as raças que hoje convivem aqui graças a bondade de meu pai, o rei regente de Cormanthor conhecido como Goratrix O Elfo Cinzento segundo de seu nome.

    Apesar de estarmos em um rigoroso inverno a alta magia Élfica conhecida como Mythal1 protege o local das grandes tempestades de neve e isso contribui para a prosperidade da nação, continuamos cultivando nossos alimentos e temos suprimentos para superar esse que promete ser o ano mais difícil em todo o Norte de Faêrun.

    Da vista privilegiada que tenho posso ver o palco minuciosamente preparado para a oratória do rei, que será realizada na noite seguinte a todos os integrantes da nação. Nossa segurança é inquestionável, talvez por isso o reino tenha sobrevivido a tantas investidas dos Orcs. De onde estou posso ver a Coroa Vermelha, membros de elite do povo Élfico, que são estrategicamente colocados a postos, espalhados por Cormanthor afim de assegurar a proteção de um reino. Na frente os melhores guerreiros que a nação dispõe, nos flancos, do alto das árvores os melhores arqueiros, bom, eu poderia dizer de toda Faêrun, mas ouso dizer que os Elfos de Lua Argêntea são ainda melhores que os nossos. E por último os arcanos de guerra, membros da guarda pessoal de meu pai e minha mãe, a rainha Cora. Somente um louco tentaria se aproximar dessas terras com a Coroa Vermelha defendendo o local, esses membros passam por treinamentos através de décadas para se tornarem oficialmente guardas de Myth Drannor e de toda a nação.
    Myth Drannor, capital da região Élfica de Cormanthor

    Palácio Real da Corte do Elfos
    02/01/714CV 08:16PM

    Mesmo sendo novo perante o conselho Élfico, sempre sou convidado por meu pai a participar das reuniões que definem o futuro da nação. Não me faço ser ouvido, mas indubitavelmente percebo nos demais um comodismo e uma resistência em aumentar nossas alianças com o reino dos anões e dos homens. Lembro dos tempos de outrora que meu pai regia as batalhas implacavelmente com seus próprios punhos e sua liderança inata. Lembro dos bardos narrando contos sobre a Coroa Vermelha e o seu lider que se faziam ser ouvidos perante qualquer intruso que ousasse circundar com vis intenções as florestas. Mas lembro também que meu pai já não tem as mãos firmes como antigamente, e os conselheiros o respeitam demais para questionar nossas forças e o destino dessa nação.

    É fato que eu gostaria de ser mais atuante nos campos e até mesmo ser uma membro da Coroa Vermelha, mas nada posso fazer, pois sou Gallahard, O Principe e herdeiro prometido de toda Cormanthor. Me pergunto em meio aos meus pensamentos como eu poderia ser um bom regente se não conheço a necessidade dos desfavorecidos? O orgulho e a soberba sempre foram os pontos fracos da minha raça e se o Alto Conselho dos Elfos não perceberem isso pereceremos antes mesmo de conseguir entender quem nos derrubou.

    A reunião termina e percebo que toda a nação está defronte o palácio real esperando o procunciamento, nem mesmo eu sei o que meu pai quer dizer a todos, mas certamente suas palavras terão grande impacto, pois, de outra forma ele não teria convidado a alta regente Alustriel2 de Lua Argêntea e da governanta de Encontro Eterno, a rainha Amlaruil3. A multidão velava sua chegada com esmero, e ele enfim aparece para ser aplaudido por todos, ao lado de minha mãe senta-se no trono rodeado dos demais lideres do povo Élfico em toda Faêrun.

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  7. Eis então que meu pai se levanta, e a multidão se acalma após o agraciar com palmas seguidas das mais variadas reverências.

    Antes que ele comece seu discurso pude presenciar um silvo duradouro e prolongado de uma flecha negra que foi direcionada pelo melhor arqueiro do mundo, só poderia ser, pois como alguém conseguiria o atacar de tamanha distância para que não pudesse ser percebido pela Coroa Vermelha? Como alguém poderia acertar exatamente o coração do rei sem que fosse percebido por nós? Óbvio que essa flecha era mágica e envenenada, pois de que outra forma o acertaria fatalmente? São muitas perguntas que se passaram em apenas um segundo, segundo esse que foi o suficiente para ouvir uma; não; dessa vez uma saraivada de flechas seguida dos gritos em um idioma que eu jamais teria ouvido, mesmo assim um idioma que eu jamais esqueceria, procunciado por elfos negros vindos de todas as direções.

    Eis que lutei incansavelmente e fui atrás da corte do assassino lider, ou ao menos o que parecia ser, mas a derrocada era eminente e por mais que eu lutasse, o lugar estava totamente devastado e tomado pelos Drows vindos de qualquer lugar do mundo que não fosse aqui.
    Se tem uma coisa que aprendi bem foi como me locomover em meio a Myth Drannor, então uso de algumas passagens secretas para chegar até o meu pai, ele ainda respira, mas a minha Arte não consegue o trazer de volta, em meio as lágrimas ele me pede que fuja e salve minha vida, e que leve comigo a coroa da cidade. Mal tenho tempo de me despedir da minha mãe e percebo que os inimigos estão tomando o palácio, então me esgueiro por entre as árvores e fujo como um covarde e vejo a cidade ser destruída e arder em chamas. Antes que consiga fugir eu escondo a coroa, pois se eu fosse encontrado com ela poderia ser reconhecido, e certamente teria um fim pior que o de meu pai.

    Fugindo pelas árvores sou atingido por um violento golpe na cabeça que me deixa desnorteado e confuso, a única coisa que consigo perceber então é o estandarte que é erguido no Palácio Real da Corte Élfica. Eu jamais o esqueceria...

    “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas sim o silêncio dos bons perante tamanha afronta”

    CAPÍTULO 02 – THAY – O CAMINHAR DE UM SER QUE PERDEU TUDO
    Alaor, ilha isolada ao sul de Thay

    Leilão de escravos
    04/01/714CV 06:02PM

    Começo a acordar e percebo que estou totalmente imobilizado e sem meu grimório, bom, ao menos eles não detem a coroa real. Olho para frente e me encontro amarrado em um tronco em meio a uma cidade aparentemente abandonada e uma série de pessoas leiloando alguma coisa.
    O clima aqui é diferente, a temperatura é ligeiramente mais elevada e o vento é mais forte, então deduzo que eu esteja em alguma nação do Sul de Toril. Não demora muito e percebo que estou sendo vendido como mercadoria barata. Os compradores são, em sua maioria, humanos com tatuagens pelo corpo, o que inevitavelmente me leva a crer que estou na temida cidade controlada pelo magos vermelhos.

    Como aparento ser fraco fisicamente ninguém se interessa, então sou devolvido as celas abaixo da superfície. Tento identificar meus captores mas não reconheço vossas faces, ao que me consta nenhum deles são elfos negros e ao menos que meus olhos me enganem, nenhum carrega o estandarte que vi naquela noite.

    Mas me intriga como vim parar aqui, seria uma improvável aliança entre os Elfos do subterrâneo e o magos de Thay?

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  8. Monte Thay, próximo ao refúgio dos Zulkires
    Indústria de manufatura de itens mágicos
    30/10/714CV 08:32PM

    Parece que os magos não conseguiram me vender como queriam, então decidem que vou trabalhar para a casta dos magos mais poderosos do local para “pagar” minha estadia. Ao meu redor percebo que existem magos de diversas regiões do mundo, todos trabalhando atrás de um chicote que nunca descansa, o mago responsável pelo controle dos escravos se chama La Rua, o chicote de Thay, esse maldito Goblin não descansa e se não estivermos produzindo a todo momento, bom, eu não gostaria de descrever as marcas que ele produz, é dito por aqui que essa sádica e cruel criatura se orgulha em deixar os ossos a mostra para evidenciar aos demais que não são hóspedes em Thay, e sim escravos.
    Óbvio que não tenho a intenção de permanecer, mas avaliando pelo lado bom, os magos são extremamente hábeis em construir os mais diversos tipos de itens mágicos, e consigo aprender como fazer vários deles enquanto planejo uma fuga.
    Meu falecido tio sempre dizia que herdei da minha mãe essa capacidade de ver o lado bom das coisas, mesmo quando meu mundo estava desmoronando.

    Monte Thay, próximo ao refúgio dos Zulkires
    Indústria de manufatura de itens mágicos
    26/08/716CV 11:11PM

    Passei mais horrores e tempo nesse local do que eu podia imaginar, já não sei ao certo quantos anos se foram desde aquela noite, e seria impossível eu descrever tudo que eu vi e que precisa ser erradicado desse mundo. Aqui encontrei mais dois membros da Coroa Vermelha, a guarda real de Cormanthor, como todos estão como escravos eles não nos reconheceram, e não perceberam nossa trama para deixar Thay. Conheci também uma maga de Halruaa conhecida como Estrela do Sul, ela se tornou minha maior aliada e rival na construção de grandes itens para os Magos de Thay, mas igualmente a mim, ela também era uma escrava, e prometeu sair daqui o quanto antes. Disse a ela que eu podia nos guiar para longe do lugar, mas em tom de brincadeira disse também que ela precisaria retribuir de duas formas, a primeira seria me levando ao templo de Mystra em Monte Talath, e a outra seria me ensinando os segredos da construção dos navios voadores tão famosos em Toril.
    Muito fui questionado sobre até quando eu suportaria tamanha humilhação, mas minha resposta indubitavelmente era tomada pela sabedoria e não pelo orgulho, afinal o que eles viam defronte a todos, era o caminhar de um elfo que havia perdido tudo; mas não a honra e hoje ela seria recuperada.
    Sempre me destaquei por fazer os itens com menor custo dentre todos os escravos e talvez isso tenha chamado a atenção, o que certamente não foi uma coisa boa.
    Seria muita coincidência, mas na mesma noite em que a fuga seria realizada eu recebo uma visita, de um mercador de escravos me tomando como posse e me levando, após uma forte pancada na cabeça, para outro reino.
    A sorte não está ao meu lado, tudo que planejei nesses anos foi em vão, e como se não bastasse eu não consegui salvar os dois membros da guarda de Myth Drannor.
    Espero que eles entendam que não os abandonei, e que a única coisa que esse elfo da família real ainda tem é a honra e a palavra de que não descansará até conseguir reunir todos sobre as florestas de Cormanthor e expulsar os malditos Drows que tanto sofrimento causaram ao nosso povo.

    “É sob o silêncio cúmplice dos decentes que alguns dos maiores crimes acabam sendo perpetrados”

    CAPÍTULO 03 – ANAUROCH – O RESSURGIMENTO
    Deserto de Obscura, região de Anauroch

    Leilão de escravos
    30/10/716CV 12:02PM

    Sou levado a um novo leilão de escravos, percebo que os compradores do leilão daqui são diferentes, alguns seres aqui eu jamais vi. Espero que consiga ser vendido para sair dessa pocilga, minhas tentativas de fuga foram frustadas e por essa razão tenho marcas em todo meu corpo, mas isso não importa, não mais. Percebo nesse momento que só temos escolha na vida quando temos mais de um caminho para seguir, do contrário não estamos de fato controlando nossos destinos.

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  9. Para minha surpresa, na minha vez uma criatura estranha se levanta e diz algo em um idioma que também não conheço, mas se não estou enganado eu acabo de ser vendido para ser escravo em outro local.

    Obscura, capital da região de Anauroch
    Cidade Negra
    04/12/714CV 03:00PM

    Estou em uma cidade que sobrevoa uma floresta, a cidade negra de Obscura, capital de Anauroch, muito ouvi dizer da região, e para meu azar eu não poderia estar em um local de mais improvável fuga, pois, quase todos os moradores do local são magos muito mais poderosos que eu, e os que não são, ostentam uma bela armadura negra, o que me faz lembrar da guarda real de Cormanthor e dos regentes de Lua Argênta e do Encontro Eterno, teriam eles sido assassinados como meus pais?
    O resquício de orgulho que ainda residia em meu coração começa a se esvair, trabalho para essa criatura como auxiliar de magia arcana e criador de itens mágicos. Não posso deixar de notar que o espécime é um ser curioso, para não dizer bizarro, e que não diz muitas palavras, as poucas que fala é no idioma comum, ao menos comigo, pois já pude presenciar suas conversas com outros de sua espécie, mas como falo poucos idiomas nada pude entender.

    Obscura, capital da região de Anauroch
    Cidade Negra
    04/12/726CV 03:00PM

    Os anos se passam e percebo após várias tentativas que é impossível fugir da Fortaleza flutuante, então proponho ao meu captor ser um servo e cooperar, ao invés de tentar fugir, e que se assim for ele não só devolveria meu grimório como me ensinaria magias e seu idioma de comunicação. Talvez essa seja a única maneira de me fortalecer para quando sair daqui eu possa fazer frente ao maldito clã que fez isso ao nosso.

    Obscura, capital da região de Anauroch
    Cumes da Cimitarra
    04/12/728CV 03:00PM

    Rashar é o ilitide que me comprou como escravo no deserto de Obscura, ele, diferente dos demais de sua espécie, é um ser totalmente Neutro. Frequentemente ele me pede que venha aos Cumes da Cimitarra para comprar componentes de magia. É incrível o conhecimento desse ser, ele certamente é um membro de muito valor que poderia me ajudar a tomar a cidade de volta, mas obviamente não seria suficiente contra todos aqueles elfos negros e mesmo que fosse, ele aparenta estar circundado de seus próprios problemas. Como agora consigo entender o idioma usado no subterrâneo, posso retirar informações valiosas dos debates que ele tem com os phaerimms4, um poderoso grupo de magos inumanos liderados por Telamonte e seu braço direito, o vulto conhecido como Hadrhune. Embora eu tenha desenvolvido um talento para a diplomacia através das reuniões dos conselhos élficos, Rashar nunca me deixou negociar ou sequer me aproximar deles.
    Envolto a esses pensamentos vejo uma bandeira que me faz quase que sobrenaturalmente recuar e me esconder em meio as sombras. Eu nunca me enganaria sobre isso, aquele é o estandarte do Drows que tomaram nossas terras.
    Sorrateiramente vou tentando me aproximar, mas penso no perigo que corro e permaneço longe o suficiente para ouvir a conversa e perceber que os regentes de Lua Argêntea e do Encontro Eterno estão vivos, sinto um alívio tomando conta de mim ao saber que ainda há esperança ao nosso povo.

    Obscura, capital da região de Anauroch
    Cidade Negra
    04/12/728 04:32PM

    Voltando ao castelo pegunto a Rashar a quem pertence a insignia que me asombra desde aquela noite. Ele disse que me diria, mas se eu prometesse não voltar a Cormanthor até que tenha poder garantir minha sobrevivência contra os demais. Não sei se fui racional, mas eu precisava daquelas informações...
    Ele me diz que o estandarte pertence a Casa Jaelre5 cujo lider responde pelo nome de Jezz o Coxo, um Drow Feitiçeiro que também segue a casta dos Ladinos.

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  10. Agora faz todo o sentido como eles conseguiram se aproximar sem serem percebidos pela Coroa Vermelha, usaram de magia combinada com a estratégia furtiva dos assassinos. Mas mesmo assim como eles conseguiram perpetrar o Mythal? Não consigo pensar em algo diferente de traição, mas motivada a quê? Pela ordem dos acontecimentos presumo ter relação com o que a declaração que meu pai teria a fazer. Contudo eu não teria como provar essa teoria, a não ser que eu conseguisse chegar a Lua Argêntea ou ao Encontro Eterno. Todos são suspeitos, e pelas minhas pesquisas recentes muitos elfos foram mortos naquele ataque. Que Mystra e Correllon os protejam!

    Obscura, capital da região de Anauroch
    Cidade Negra
    08/10/742 01:32AM

    Em meio a mais uma de nossas conversas o ilitide me disse que tinha mais de 2.000 anos e que aprendeu com um Clérigo uma magia de conservação do corpo em um estado de semi morte, acordando voluntariamente após algumas décadas, e que sempre fazia isso para conseguir se livrar de alguns inimigos que inevitavelmente o tempo levaria ao além tumulo. Me disse ainda que dessa vez ele entraria em torpor e que não era para que ninguém o incomodasse, mas que precisava de duas coisas, alguns componentes encontrados somente na Costa do Dragão e oportunamente de informações sobre o lider do local, que segundo Rashar é um de seus inimigos que o tempo não se incumbiu de levar.

    CAPÍTULO 04 – COSTA DO DRAGÃO – A JORNADA DE UM ELFO
    Portão Ocidental, capital da Costa do Dragão

    Centro comercial
    15/10/742 06:27PM

    Ando pela cidade e consigo respirar um ar a muito não “sentido”, liberdade, mesmo que moderada. Percebo que a felicidade ainda existe nos rostos dos membros de Faêrun., aqui todas as raças e moedas são bem vindas, sorte a minha, pois, dessa forma posso colher informações sobre Cormanthor, A Coroa Vermelha e o tal lider inimigo de Rashar.
    Me impressiono pela diferença cultural notória entre as raças dessa cidade e Myth Drannor. Estou em uma cidade onde o lema é “tudo é possível e tudo tem um preço”, ou seja, a boa convivência e preservação do meio não são prioridades, e sim os negócios.
    Me cubro com meu manto para que não seja notado, mesmo tendo passado muitos anos não posso me descuidar e cair nas mãos dos magos vermelhos ou dos elfos negros.
    Rapidamente encontro os componentes solicitados por Rashar, agora preciso me resolver a tarefa mais difícil. Dizem que essas terras são inóspitas então eu não posso entrar em qualquer taberna e sair perguntando quem é o lider.
    A história do local é curiosa e pelo que percebo existe um governo na superfície, mas sobretudo é possível notar conversas nos cantos as ruas e becos. É indubitavelmente uma cidade controlada, em seu submundo, por assassinos, que após algum tempo na cidade reconheço como as Máscaras da Noite6, um guilda de ladrões inescrupulosos que primeiro roubam, depois perguntam. Se Rashar estava querendo me matar, me enviou ao lugar certo.

    Portão Ocidental, capital da Costa do Dragão
    Centro comercial
    16/10/742 03:01AM

    Ando por algumas vielas e sinto que estou sendo seguido, como podem ter me notado em meio a tantas pessoas? Passei aqui somente uma noite. Vou caminhando a despistar meu perseguidor, mas quando menos espero ele está em minha frente com uma faca ao meu pescoço “O que quer em nossa cidade forasteiro?”, pergunta ela com uma voz rouca. “Só vim a negócios” digo eu antes de colocar a mão sobre meu grimório. Eis então que ela diz “Meu tempo é curto, já sabem que você sobreviveu e estão a sua captura, tome cuidado e não permaneça mais que um dia na Costa do Dragão, pois eles não vão descansar até conseguirem sua cabeça. Diga ao Ilitide que O Rei Noturno7 ainda vive e, embora todos são céticos quanto a isso, ele ainda é o regente no submundo do Portão Ocidental e qualquer um que não se alie a ele terá um fim pior que a morte”, antes de desaparecer em frente aos meus olhos.

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  11. Fico totalmente paralisado por alguns segundos e sinto um frio em minha espinha, algo que senti quando vi a flecha passando por mim em Myth Drannor. Tão rápido quando meus olhos de elfo puderam ver, uma flecha negra e certamente imbuída com veneno é cravada na porta de madeira defronte mim. Então percebo que é hora de correr e usar da minha experiência para deixar o local.
    Graças ao tempo que passei com Rashar pude aprender um pouco sobre os malditos elfos negros, então decido me refugiar em locais bem iluminados até que a luz do dia paire sobre a cidade, só então partirei com as informações e componentes mágicos.
    Vou até um navio mercante para dormir e conseguir transporte até Anauroch, só poderei me refugiar em segurança por lá.

    Manto Estelar, pequena cidade na Costa do Dragão
    Navio mercante
    16/10/742 07:01AM

    Antes que eu me levante observo que havia um baú negro com uma carta em meu nome sobre a escrivaninha. É realmente impressionante a capacidade furtiva de alguns seres. Preciso aguçar meus ouvidos para não ser surpreendido assim. A carta não tem magia, mas foi escrita no idioma do Subterrâneo, e se eu não estou sendo enganado, a letra é de Rashar dizendo “Caro aprendiz, se está lendo essa carta, não volte a Anauroch, presumo que fomos traídos, e não consigo deduzir um único nome, então ainda não levantarei suspeitas, eu o liberto de quaisquer obrigações para comigo, mas deixo antes uma última tarefa, vá ao submundo e entregue esse baú ao Elfo Negro conhecido como Drizzt Do`Urden8, antes que possa pensar qualquer coisa, ele é um elfo que você gostaria de conhecer, afinal tem como objetivo eliminar os demais elfos negros que seguem Lolth, mas tenha extrema cautela e respeito ao lidar com ele, pois, é um guerreiro formidável e muito acima de seu nível. Peço também que não me procure, somente o que o espera é a morte, talvez nos encontraremos novamente, nem que seja em uma outra vida”

    “Um ser com coragem e nada a perder pode ganhar o dia”

    CAPÍTULO 05 – SUBTERRÂNEO – AQUI VIVEM OS MONSTROS
    Calice dos Gigantes, lago salgado no Subterrâneo

    Um lugar abandonado
    26/10/742 09:55PM

    Começo minha viagem pelo subterrâneo e como fui orientado por um ilitide, levei comigo todas as provisões que podia, além do meu grimório. Não gosto de estar aqui, parece que existem seres me olhando por entre a escuridão, certamente deveria ter aceito a oferta do mestre anão para vir ao local, mas eu não gostaria de expor o conteúdo do baú.
    Segundo minhas fontes o elfo negro estará logo abaixo e após entregar a encomenda estarei livro das minhas obrigações, então poderei começar minha verdadeira jornada.
    A medida que vou adentrando os salões percebo que esse já foi um reino dos anões, provavelmente usurpado pelos Drows, o ar por aqui é escasso e a única coisa que percebo é uma sombra adiante, pela descrição é a sombra do guerreiro que preciso encontrar. Ele realmente tem traços diferentes dos demais, como se o tempo e a experiência o tornassem mais gracioso e intimidante ao mesmo tempo.
    Após os cumprimentos iniciais eu o entrego a encomenda e subitamente percebemos uma trombeta soando pelos salões escuros do lugar, então ele logo diz “Fomos emboscados, eu posso fugir, mas acredito que você não tenha chance contra todos esses infelizes. É um conhecimento secreto, mas o ilitide me disse que se viesse, eu deveria lhe entregar esse cristal, ele só tem uma carga, mas o salvará dessa investida”. Mais uma vez me vejo vulnerável perante os inimigos, como posso cair em tantas emboscadas? Bom, só me resta seguir as palavras de meu mentor.
    Recito a magia, e um estranho poder começa a me envolver me colocando em um esquife de gelo, como se o poder fosse eterno e inquebrável, mas tão logo sou protegido eu apago perante a batalha que se inicia, então essa era a magia que permitia conservar os corpos pela eternidade praticando um estado de semi morte... Ainda tenho muito a aprender...
    “Para o triunfo do mal só é preciso que os bons não façam nada”


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  12. DICAS PARA O MESTRE
    CAPÍTULO 01 – CORMANTHOR – A QUEDA DA CIDADE ÉLFICA

    Jezz o Coxo e a casa Jaelre são inimigos e Gallahard vai fazer todo o possível para eliminá-los e devolver Cormanthor aos verdadeiros donos.
    A localização dos membros da Coroa Vermelha é tida como uma das prioridades.
    A coroa escondida na floresta não foi encontrada? Ou foi? Seria ela um artefato? Ou somente um simbolo da realeza élfica?

    CAPÍTULO 02 – THAY – O CAMINHAR DE UM SER QUE PERDEU TUDO

    Como o Príncipe foi parar em Thay após a queda da cidade élfica, ele presume que os magos vermelhos tenham se aliado indiretamente aos Drows.
    La Rua, bem como a região, se tornaram alvos de Gallahard por praticarem crueldade e escravidão por Toril.
    Os dois membros da Coroa Vermelha e a maga conhecida como Estrela do Sul ainda permanecem como escravos em Thay?

    CAPÍTULO 03 – ANAUROCH – RESSURGIMENTO

    O Elfo cinzento desconfia de alguma traição, pois, como os demais regentes sobreviveriam a um ataque tão mortal? Porquê somente sua família foi alvo dos ataques?
    O que a casa Jaelre faz em Anauroch? Seria uma aliança com os Phaerimms?

    CAPÍTULO 04 – COSTA DO DRAGÃO – A JORNADA DE UM ELFO

    Quem é a mascarada que ajudou o o Elfo Cinzento em Portão Ocidental?
    Gallahard desconfia que Rashar foi traído por algum Phaerimms e por essa razão está morto, contudo ainda dedicara um tempo a procura de seu mentor em magia e idiomas.

    CAPÍTULO 05 – SUBTERRÂNEO – AQUI VIVEM OS MONSTROS

    O Príncipe não sabe qual o conteúdo do baú, mas por respeito preferiu não abrir.
    O que é essa magia conhecida pelo ilitide? Seria um poder semelhante ao Mythal?

    NOTAS PARA O MESTRE
    1 Os reinos esquecidos pp 124.
    2 Os reinos esquecidos pp 175.
    3 Os reinos esquecidos pp 146.
    4 Os reinos esquecidos pp 102.
    5 Os reinos esquecidos pp 125.
    6 Os reinos esquecidos pp 144.
    7 Os reinos esquecidos pp 145.
    8 Os reinos esquecidos pp 177.

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  13. sobre iniciaçao de aventuras. como juntar o grupo que nao tem bg em comum?

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