sexta-feira, 8 de junho de 2018

[Podcast] Pensando RPG #162 - Uma ideia INCRÍVEL de Personagem (NPC) e um RPG de God Of War?


Bom dia, RPGista!! Segue mais um dos nossos podcasts, agora uma mistura do podcast de Perguntas & Respostas com o de ideias de personagens e de aventuras. Ficou bem legal! Certeza de que vai ajudar muito a todos vocês. Segue a sinopse:

Neste episódio, falo sobre o surgimento de um druida muito estranho, criado por uns dos ouvintes do podcast, que possui uma conexão misteriosa com uma floresta para lá de intrigante. A floresta de fato é, por si só, um personagem, vale checar! Depois, falo sobre algumas ideias para a criação de um mundo ou RPG baseado no conflito com Deuses, como vemos em Percy Jackson e God of War.

Duração: 19m36s
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5 comentários:

  1. uma coisa q acabei fazendo numa campanha, foi de uma regiao, que devido a uma batalha épica milenar, fez com que um grande cannion surgisse, sendo que na metade do comprimento do cannion era um campo eletrico constante, com varias magias de ambito eletrico e no outro lado uma regiao completamente livre de magia, som e luz, uma zona nula basicamente
    que dependendo do tempo que passassem na zona nula poderiam acabar enloquecendo enquanto na regiao eletrica teriam que fazer uma quantidade absurda de testes de destreza e sorte para nao sofrer dano ou que um raio os atingissem

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  2. Ótimo cast, Leo!
    Fico muito feliz que tenha gostado do meu NPC :D. De fato ele rendeu um companheiro para a party da minha player muito interessante de se trabalhar.
    Queria continuar colaborando com o cast com algumas criações minhas, então acho que talvez se interesse pelo plano de existência que eu criei: O plano dos sonhos.
    No meu mundo, o plano dos sonhos é um lugar paralelo ao plano material. Não bem um "lugar", pois, diferentemente dos demais plano, o plano dos sonhos não tem uma localização certa pela qual se possa andar, mas sim as estâncias de sonho pelas quais você pode se transportar. Quando uma pessoa dorme, a alma dela cria no plano dos sonhos uma instância dentro da qual ela irá se locomover. Dentro de cada instância pode existir desde uma pequena casa, dentro da qual todo o sonho da pessoa se passa até todo um mundo pelo qual a pessoa sonha viajar. A questão é que, uma pessoa que entre no sonho de outra ou no dela mesma, não é capaz de chegar no fim dessa instância. Não importa quantas portas abra, a casa nunca termina. Ou quanto viaje, sempre haverá mais floresta a frente. Para se viajar de uma instância de sono a outra, ou a pessoa deve possuir um artefato mágico que o permita, ou uma entidade divina que a guie abrindo portais para as instâncias adjacentes. As instancias sempre estarão próximas a instâncias de pessoas cujas almas são próximas, como parentes próximos, amigos muito íntimos ou amantes, independente da proximidade física. Sendo assim, alguém capaz de viajar entre sonhos, pode entrar no sonho de uma menina, abrir um portal para o sonho da irmã gêmea dela com facilidade e, ao voltar para o plano material, ela estará na onde dorme a irmã, mesmo que isso seja do outro lado do reino.
    Também criei uma certa mitologia envolvendo o plano dos sonhos.
    Uma pessoa que morre enquanto dorme, tão rápido que não tem tempo de acordar antes (como por um decapitamento) vira um Vagante dos sonhos. Uma alma incapaz de ir para o céu ou para o inferno que passará toda uma eternidade no vazio de onde era sua instância de sonho até aprender a ir para outras instâncias, procurando possuir corpos de pessoas que dormem para poder morrer no plano material e enfim obter seu descanso. Caso consiga, o dono do corpo também vira um vagante dos sonhos e assim se mantém o ciclo até ser salvo por um dragão etéreo.
    Dragões Etéreos são entidades de forma física a própria escolha, mas que geralmente tem o visual de um dragão chinês. Eles viajam pelos planos dos sonhos conhecendo e observando os sonhos das pessoas. Levando um vagante dos sonhos para o céu ou inferno quando encontram um.
    Há também os vagantes que desistem de ter sua morte de fato e resolvem ficar pelo plano dos sonhos aliviando seu tormento em sonhos devassos. Os vagantes da luxúria entram no sonho de uma pessoa e se transformam na pessoa amada dela para ter então uma relação sexual através da qual eles absorvem um pouco da alma dessa pessoa fazendo-a acordar fatigada no mundo material. Caso uma pessoa satisfaça um vagante da luxúria, ele a visitará de novo e de novo até não estar mais satisfeito ou a pessoa morrer completamente drenada. Se morta dessa maneira, a alma da pessoa perde toda sua essência e vira só um fantasma catatônico que vaga no mundo material sem objetivo por toda a eternidade.
    Espero que ache uma ideia interessante de se trabalhar! Continue o ótimo trabalho.

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    1. Vou dar uma olhada! Tinha tomado um susto achando que ninguém mais vinha comentando nos podcasts aqui pelo blog, onde os comentários costumam ser fodas. Mas vi que foi o blogger que zuou e parou de me notificar para eu autorizar os comentários hehehe.

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  3. E aí, Leo!
    Então, eu tenho uma adaptação de D&D pra uma espécie de Velho Oeste. Não vou entrar nos detalhes do cenário aqui, só queria falar dos elfos.
    Bom, existem no cenário 3 tipos de elfos: Elfos da Floresta, Alto Elfos e os Eladrins.
    No cenário, há uma divisão entre uma sociedade mais avançada e organizada, e uma sociedade mais tribal e selvagem. Porém, mesmo com essa diferença, a religião é comum a todos. Eles seguem os Velhos Escritos, que foram trazidos ao mundo pelo deus dos mensageiros.
    Nesses Velhos Escritos, dizia que os Elfos foram criados especialmente pela deusa da beleza. Ou seja, eles são o ideal máximo de perfeição. E é aí que entram as divergências:
    Os ELFOS DA FLORESTA, que são parte do povo tribal e selvagem, escondem seus rostos atrás de máscaras e pinturas. A crença deles é que a deusa criou-os para serem apreciados APENAS pelos deuses. Portanto, o rosto de um Elfo da Floresta nunca é mostrado em público. E, revelar o rosto de um deles é a maior ofensa que alguém poderia fazer. Só há um momento em que um Elfo da Floresta mostra seu rosto: em seu funeral. Tirar a máscara, ou a pintura, é um rito de passagem do mundo material, para o mundo espiritual. Porém, esse rito só é feito quando a tribo considera o Elfo digno.
    Já os ALTO ELFOS vão por um caminho completamente diferente. Eles fazem parte da sociedade avançada, mais organizada. E, ao contrário dos Elfos da Floresta, fazem questão de mostrar seus rostos para todos, para mostrar o orgulho de ser um Elfo.
    Como é de se esperar, existe uma inimizade eterna entre os Alto Elfos e os Elfos da Floresta, motivada principalmente por essa divergência de crença.
    E aí você tem os Eladrins.
    Há milênios, houve uma guerra entre os Alto Elfos e os Elfos da Lua. Os Alto Elfos saíram vencedores, e dominaram completamente os oponentes. Após o fim da guerra, todos os Elfos da Lua sobrevivente foram marcados no rosto, com um corte da testa até o queixo, e suas orelhas foram cortadas (para parecerem de humanos, ou algo próximo disso). Desde então, os Elfos da Lua perderam o direito de serem chamados de Elfos, e foram obrigados a assumir o título de Eladrin (um termo pejorativo, nesse cenário). Na time line atual do cenário, os Eladrins são escravizados pelos Alto Elfos, e toda criança Eladrin que nasce, tem seu rosto marcado, e suas orelhas cortadas. Os poucos que conseguiram fugir, vivem por aí como foras-da-lei.
    Como os Elfos são extremamente narcisistas (tanto os Alto Elfos, quanto os Elfos da Floresta), meio-elfos são tidos como seres abomináveis, uma ofensa à deusa da beleza, e aos Elfos.

    Bom, sei que ficou grande, mas acho que vale a pena compartilhar :D Ainda tem muito o que melhorar no cenário, mas gosto muito dessa parte dos Elfos. Espero que tenha contribuído com algo hehe
    Abraço!

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    1. Vou dar uma olhada! Tinha tomado um susto achando que ninguém mais vinha comentando nos podcasts aqui pelo blog, onde os comentários costumam ser fodas. Mas vi que foi o blogger que zuou e parou de me notificar para eu autorizar os comentários hehehe.

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