quarta-feira, 2 de maio de 2018

[Podcast] Pensando RPG #157 - Os Gigantes em Dungeons & Dragons


Bom dia, RPGista! Segue um podcast super interessante, começando a aprofundar aí a ambientação das diversas raças - e não só as básicas - do RPG. Vai a sinopse:

Neste episódio, falo sobre a figura dos Gigantes. Muito utilizados em diversos livros e jogos de fantasia, eles possuem uma sociedade para lá de interessante no mundo de Dungeons & Dragons. Por este motivo, vale explorar esses conceitos e trazer ideias novas para nossos mundos de fantasia e de RPG!

Duração: 16m16s
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6 comentários:

  1. Olha, eu acho a mitologia dos gigantes na mitologia nórdica mais interessante

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    1. Sim, claro, é uma mitologia de uma das culturas mais ricas, né, cara, e muito mais profunda do que uma inventada. O que não significa dizer que a mitologia deles no D&D seja ruim. E é bem interessante mecanicamente.

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  2. Muito bom o podcast, Leo...
    Ouvi aqui e não pude deixar de pensar em Eberron, um cenário que surgiu na 3.5E introduzindo muita coisa nova ao jogo e colocando um ponto de vista diferente no que já existia.

    Nesse cenário os gigantes tem um status e um trajeto semelhante ao de Forgotten Realms, porém com um desenvolvimento diferente:

    Dragões quando visitaram Xen'drik, continente dos Gigantes, tiveram uma abordagem mais pacífica. Ensinaram até sua magia para eles. Os Gigantes através da magia criaram sociedades monumentais e desenvolveram um dom arcano inigualável por quase qualquer outra cultura, a ponto de conseguirem em um certo evento desanexar Dal Quor, o plano dos sonhos, do Plano Material.

    Da mesma forma, milhares de anos maus tarde, se depararam com a ruína quando tentaram uma segunda vez fazer uso de magia semelhante à citada acima e foram interceptados pelos próprios dragões, que já andavam insatisfeitos com todo esse abuso de poder. Somando isso com uma rebelião por parte de seus escravos - os elfos - que há muito já observavam e aprendiam um pouco de como funcionava essa magia, foram dizimados e retornaram ao "modelo tribal".

    Isso tudo, claro, cerca de 50.000 anos antes da "era atual", onde as campanhas tendem a ser ambientadas xD

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    1. Show! Verei se levo o depoimento aí para o podcast de Perguntas & Respostas \o/

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  3. Boa noite Leonardo! Meu nome é Marcelo Honorato e é a primeira vez que eu comento em seu site, apesar de que tenho escutado seus podcasts a muito tempo, todos de alta qualidade, parabéns. Conheci o mundo do rpg tem pouco mais de dois anos, e faz um tempo em que venho, sempre q tenho tempo, tentando criar um mundo para que eu possa mestrar num futuro próximo. Eu gostaria de saber se você não tem alguma ideia de como fazer puzzles divertidos para os jogadores, algo q eles precisem resolver para continuar a aventura, sabe? seja para destravar uma passagem, ou coisa do tipo. Eu tenho visto o gameplay do novo God of War, que está com vários elementos de rpg e estou muito animado, pensando o q q existe lá q pode ser adaptado para o tabuleiro hahah

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  4. Leonardo, boa noite!

    Primeiramente, parabéns pelo trabalho, seu blog me ajudou muito como mestre e jogador a desenvolver melhor os roleplays as campanhas, etc, me inspirou bastante para diversas aventuras e afins, parabéns de novo e obrigado por toda a dedicação!

    Eu tenho uma dúvida, não é sobre este último podcast, contudo espero que se possível possa me ajuda. Iniciarei uma campanha em breve e tive uma ideia para um inimigo que os jogadores teriam de enfrentar, o sistema é o D&D 5E, pensei em criar um inimigo para o grupo quer seria um Paladino (juramento da vingança) devotado a enfrentar o Mal Maior, contudo o que ele entenderia como um mal maior seriam as sociedades, porque a partir dela viriam as guerras, chacinas, pobreza, fome e tudo mais, então na cabeça desse inimigo essa sociedade geraria a maior parte das coisas ruins, muito pior que um dragão ou algo assim que ataca uma vila ou algo do gênero, você acha que é possível que ele mantenha seus poderes de paladino e de certa forma ele siga de fato o juramento da vingança? Tive essa ideia pensando que como em alguns podcasts você fala que um vilão é o herói da própria história e para ele aquilo seria o certo, você acha que é possível fazer algo assim?

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