quinta-feira, 22 de março de 2018

Pensando RPG #149 - Por que os jogos de RPG são tão imersivos? (Especialmente o D&D)


Bom dia, RPGista!! Segue mais um podcast muito legal, com alguns conceitos teóricos muito interessantes para vocês também que eu apliquei a esse jogo que amamos tanto! Segue a sinopse:

Neste episódio, falo sobre o motivo pelo qual os RPGs, diferentemente até de uma própria prática teatral, tem um caráter extra que os torna mais imersivos e que não está necessariamente relacionado à narrativa. Alguns dos sistemas, como D&D, Tormenta, etc, apresentam ainda mais dessa característica.

Duração: 18m54s
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6 comentários:

  1. Acho que essas teorias de jogos de videogame viciantes foram elaboradas pensando em recompensas imediatas e não se aplicam bem a RPGs não.

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  2. Hmmm, agora eu entendi o porque me divirto menos como mestre do que como jogador.
    Como mestre, luto para que os jogadores nunca escapem desse flow, para que eles comecem a sessão e passe 3h em um piscar de olhos.
    Enquanto para mim como mestre passaram 3h. Com a aleatoriedade do hexcrawl consegui pegar um pouco do flow pois não preciso me preocupar com verosimilhança e entre outros detalhes.

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  3. Fala leo,
    Recentemente estou mestrando uma mesa de Old Dragon aonde um dos meus jogadores resolveu jogar de Meio Gigante.
    Só que como os jogadores decidiram que Meio gigante são raros no mundo, esta ocorrendo um problema de logística.
    Muitas vezes o meio-gigante não consegue entrar nos lugares, e algumas dungeons se passa horas só para saber o meio-gigante vai entrar, se ele vai conseguir sair e se vai conseguir combater dentro da Dungeon.
    Eu como mestre, vejo essa resolução de problemas um tanto quanto massante a partir de um certo ponto.
    Logo decidi criar Dungeons criadas por gigantes (maiores que meio-gigantes) para o jogador conseguir respirar um pouco do problema de ser Meio-Gigante.
    Logo tenho uma pergunta:
    - Como descrever essa dungeon, para o meio-gigante e para os humanos da party ?

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    Respostas
    1. bom, eu tacaria proporção e faria uns treco muito grande msm, a ponto de parecer um ser miudo entrando numa dungeon normal, e o meio gigante como uma raça pequena explorando a dungeon, fora q em termos d tamanho d estrutura, teria q ser faraonica, p mais

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    2. Bem, estou indo nessa direção, mas ainda acho que negligencio a visão do meio gigante.
      Afinal, seria uma visão normal.
      Estou descrevendo as casas de humanos como casas de anões para o meio gigante.
      E anões são quase gnomos para ele.
      Agora pensando um pouco mais, talves colocar algumas coisas na dungeon, que só o gigante consiga ver de maneira clara.
      Tipo um corredor de estatuas colossais, que para o meio gigante é um corredor com estatuas de herois antigos desse povo, pois a perspectiva permite ele ver desta forma.

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  4. Cara, esse episódio do podcast foi sobre Game Design. Por que você não chama um game designer para bater um papo com você sobre esse assunto? Por exemplo o Julio Matos.

    https://www.facebook.com/JulioMatosMKT

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