sexta-feira, 10 de novembro de 2017

[Podcast] Pensando RPG #128 - Personagens diferentes e como fazer clérigos num mundo sem divindades?


Bom dia, RPGista!! Segue mais um episódio de Perguntas & Respostas, para fechar a semana usando muito do excelente feedback de vocês. Tem muita coisa legal nesse cast. Vamos lá! Segue a sinopse:

Neste episódio, apresento um personagem muito legal enviado por um dos ouvintes, falo de alguns personagens inusitados e ainda trabalho com um conceito de mundo em que podemos ter clérigos, mas não necessariamente temos divindades. Falo também de um app feito por ouvintes e sobre testes escondidos!

Duração: 49m34s
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10 comentários:

  1. um bom instrumento p um draconato bardo acho q seria um tambor, berimbal ou tamborin, instrumentos de percussão em geral ou instrumento de corda simples, tipo o vioino chines (o instrumento chato)
    uma combinação raça-classe divertida seria um goblin monge ou que pode ser assustador um orc/meio-orc mago, pq um mago q sabe bater da medo

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  2. um anime que eu curto muito é o no game no life
    segue sinopse:
    A série segue Sora e sua irmã mais nova Shiro, dois hikikomori que compõem a identidade de Kuuhaku, um grupo invicto de jogadores. Um dia, eles são desafiados pelo deus dos jogos em uma partida de xadrez e são vitoriosos. Como resultado, o deus convoca-os para Disboard, uma realidade alternativa que gira em torno de jogos. Com a intenção de manter sua reputação como os jogadores invictos, Sora e Shiro planejam conquistar as dezesseis espécies dominantes e usurpar o deus dos jogos.

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  3. Iaew Leo!

    Gostaria de saber sistema de RPG você acha melhor para campanhas ambientadas em universos estilo Star Wars. Se não sabe, quais você conhece que tenha uma pegada parecida? Conhece alguém que tenha dicas?

    Flw, continue o ótimo trabalho!

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  4. Fala Leo, Suave? Tô com uma dúvida aqui, queria uma resposta tua
    Qual é a diferença entre um paladino, um Knight e um samurai, se tratando não de gameplay, mas de interpretação?
    Bom trabalho cara, continue assim!

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    Respostas
    1. Putz, excelente pergunta. Vai dar uma boa resposta para o cast de terça ou quarta!

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    2. Maxword, todos os três são básicamente a mesma coisa, só que o Paladino seria um Cavaleiro(Knight) mais bravo e importante de maior rank.

      https://en.wikipedia.org/wiki/Paladin
      https://en.wikipedia.org/wiki/Knight
      https://en.wikipedia.org/wiki/Samurai

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    3. Outro link bom: https://www.differencebtw.com/difference-between-knight-and-samurai/

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  5. Fala Leonardo!

    Ouço seus podcasts a muito tempo e já ouvi pelo menos 70% dos que foram postados pois trabalho viajando muito e não sou o maior fã de música!! O que tornou podcasts de RPG um dos meus passatempos favoritos nas viagens!

    Não sou muito de postar comentários mesmo tendo muito vontade as vezes, porém como na maioria das vezes são críticas eu prefiro não postar....

    Dessa vez não é uma crítica então resolvi dar o meu "dedo de prosa", mais especificamente sobre a dúvida da rolagens dos testes. Bem acho que na edição 3.5 de D&D existia uma mecânica bem interessante sobre isso, que era o "escolhendo 10" e o "escolhendo 20" ,que na realidade são basicamente a "percepção passiva" da 5a edição aplicada a todas perícias!

    Funcionava da seguinte maneira: sempre que o personagem (seja ele do jogador ou npc do mestre) estivesse numa situação "cotidiana" ele poderia "escolher 10" ao invés de rolar o dado somando seus bônus de naquela perícias ou atributo e gastando o tempo normal da tentativa. Sempre que ele quisesse tentar aquela façanha diversas vezes consecutivas, e a falha não cause nenhum prejuízo ou problema adverso, o personagem pode escolher tirar 20, somado do seu bônus de perícias/atributo, no dado gastando tempo suficiente para fazer aquela ação da melhor maneira possível.

    Gosto dessa solução pois ela acelera e muito o jogo, evita diversas rolagens desnecessárias, dá um pouco mais de verossimilhança ao jogo e quando feita pelo mestre não é necessário que ele revele aos jogadores sobre a rolagens, ele apenas diz o que aconteceu se valendo das regras para isso.

    Quando a aventura é preparada previamente já é possível até deixar anotado o "resultado" de algumas tentativas onde ele poderá ou não escolher 10/20 e se aquele personagem vai passar ou não.

    Um exemplo para ficar mais claro seria os personagens jogadores entrando numa sala e procurando itens raros nos entulhos no chão enquanto um Kobold espreita de um minúsculo buraco no teto . Os jogadores poderiam "escolherem 20" perdendo o tempo que for necessário para procurar itens raros no meio do entulho, gastando pelo menos 10minutos para isso, enquanto isso o Kobold que ouviu previamente os jogadores tentou se ajeitar da melhor maneira possível para não fazer barulho e conseguir se esconder sem ser visto "escolhendo 20" porém ele tem -3 em Esconder-se, como os jogadores estão focados em procurar coisas no chão e não no teto o mestre determina que eles estão "escolhendo 10" no teste de Observar que somado com o bônus do maior personagem fica 17 (10+7) não sendo suficiente para que ele enxergue o personagem.

    A vantagem desse tipo de teste é que não é preciso rolar nada efetivamente, causando desconfiança dos jogadores, basta manter um resumo/cópia da ficha dos personagens e fazer uma conta simples para determinar um sucesso ou uma falha! Lembrando que na 3.5 esse tipo de mecânica só funciona fora de situações de tensão ou risco, pois nessas situações as ações tem que ser muito rápidas e conscientes diferente das ações comuns e passivas que os personagens fazem sem a necessidade que o personagem "declare" algo.

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  6. Boa noite, Mestre. Venho hoje mais uma vez trazer mais uma possível contribuição para o Cast.
    Estou no momento ouvindo o podcast e vi que você gostou da particularidade que o Danilo deu para os elfos do mundo dele, então venho trazer a diferença dos meus elfos.
    Nos meus RPGs (e no meu livro) os Elfos são seres de pura beleza. Quando o mundo foi criado e nele foi posta toda a beleza, os deuses acharam aquilo maravilhoso. Tão maravilhoso que não ousavam deixar tudo aquilo desprotegido, pois houve também a necessidade de criar energias nefastas para que o mundo não ficasse desequilibrado. Portanto os deuses criaram os elfos, deram-lhe as dádivas da imortalidade, beleza e sabedoria; assim como a missão de proteger tudo que fosse belo no mundo custe o que custar. Todo elfo nasce com seu papel nesse resguardo da beleza pré definido pelos seus ancestrais e vive para completar essa missão. Há, porém, aqueles que não aceitam nascer com seus destinos selados. Que renegam suas famílias e partem para ver mais dessa beleza que tanto dizem que deve ser protegida. Estes, só pelo fato de fugir do elo mágico com seus ancestrais, são amaldiçoados com sua pele enegrecendo e ganhando um aspecto de metal escuro. Os olhos tornam-se brancos e deles é banido a capacidade de admirar a resplandecência do sol. Os elfos negros são castigados a viver na noite reclusos da beleza do dia. Para contornar esse problema, o primeiro elfo negro fez um pacto com uma deusa caída que não tinha sua luz no céu noturno, tal como todos os outros deuses. O primeiro elfo negro cedeu toda a energia de seu poder e sua alma para que essa deusa pudesse brilhar no céu da noite e trazer beleza também às vidas daqueles que viessem depois dele. Quando as almas dos dois se fundiram, a deusa brilhou no céu mais do que todos os deuses, as vezes até os ofuscando. O nome da deusa era "Lua" e assim nasceu a beleza da noite, que antes era habitada apenas por criaturas nefastas. Há quem diga que isso que fez algumas criaturas nefastas aparecerem também de dia, mas há quem diga que é melhor assim.
    Outra característica é que "Drow" é um termo extremamente pejorativo. Foi criado como uma palavra cuspida. Algo para se dizer quando não se quer admitir que "seres malignos" como os elfos negros não deixam de ser elfos ("malignos" é o que os alto elfos dizem deles).
    Espero que goste desse pedaço do meu mundo. Caso goste, posso falar sobre as outras raças do meu mundo conforme surgir oportunidade. Um abraço.

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  7. Ótimo podcast, Leo! Obrigado pela menção sobre o comentário dos elfos! Fiz confusão entre o nórdico e o céltico, rsrsrs. Na verdade, vejo sim uma grande importância nos arquétipos e estereótipos; no rpg eles são fundamentais. Eu que curto muito world building, e, como escrevo, gosto de dar uma temperada na coisa no mundo de campanha, de criar um "igual mas diferentes". O que rola mesmo no RPG é jogar e se divertir, com clichê ou sem clichê!

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