terça-feira, 14 de novembro de 2017

[Podcast] Pensando RPG #130 - Qual a diferença entre cavaleiro, paladino e samurai?


Bom dia, RPGistas!! Segue mais um dos nossos podcasts de feedback, com muitas indicações e ideias da galera, além de duas perguntas super interessantes. Enfim, segue a sinopse:

Neste episódio, trago mais dicas de animes da galera, dicas de regras para testes de habilidade e ainda respondo duas questões muito interessantes: que sistemas seria bom para se jogar Star Wars? E como diferenciar paladinos, cavaleiros e samurais?

Duração: 47m42s
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Falado no Podcast



- Pensando RPG #111 - Bate-papo com Eva Andrade

- Pensando RPG #107 - Bate-papo com Tio Nitro


- Animes indicados: No game, No Life // Chain Chronicle // Grand Blue Fantasy 

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9 comentários:

  1. um anime que recomendo é:Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatte Iru Darou ka
    vide sinopse:
    Conhecido como o “Dungeon”, a cidade de Orario possui um enorme labirinto no subsolo. Seu nome estranho atrai excitação, ilusões de honra, e as esperanças de romance com uma garota bonita. Nesta cidade de sonhos e desejos, novo aventureiro Sino Cranel tem o fatídico encontro com a pequena deusa Hestia. Assim começa a história de um menino que se esforça para se tornar o melhor aventureiro e uma deusa solitária em busca de seguidores tanto na esperança de alcançar seus objetivos e, talvez, ter algum romance ao lado.

    outro anime que poderia ser interessante é: Overlord
    A história começa com Yggdrasil, um popular jogo online que um dia é tranquilamente encerrado. No entanto, o protagonista Momonga decide não fazer logout. Momonga é então transformado na imagem de um esqueleto como “o bruxo mais poderoso.” O mundo continua a mudar, com os NPCs a começam a sentir emoções. Não tendo pais, amigos, ou lugar na sociedade, este jovem esforça-se então para dominar este novo mundo

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    1. qualquer coisa pode chamar o Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatte Iru Darou ka de damachi (pronuncia damati)

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  2. Valeu por mais este podcast bacana, Leo. Aqui vão alguns comentários sobre o conteúdo legal.
    Curto muito o lance desses ingredientes poéticos que rolam nas mitologias quando algum item/artefato mágico vai ser criado; e acho que a construção de um item mágico no D&D fica muito bacana usando o mesmo método, como ensina o Livro do Mestre de Ad&d 2ª ed.. Claro que o mestre deve nivelar a dificuldade de se conseguir o ingrediente de acordo com aquilo que está sendo criado. Sobre "escolher resultado 10 ou 20", não curto muito usar, sabe, e gosto de trabalhar com a possibilidade de "sempre" poder rolar uma falha, mesmo se o camarada já for ultra proficiente no que ele quer fazer. Penso que falha no dado pode ser interpretada não só como a falha das habilidades do personagem, mas uma casualidade que deu errado, um revés imprevisto (uma piscada de algum deus caótico): por exemplo, a ferramenta de um ladrão incrivelmente eficiente em pick locks pode quebrar se ele tirar aquele resultado ruim; um diplomata articulado pode se deparar com um pigarro incontrolável ou alguma coceira (vontade de ir no banheiro!) na hora do discurso em público. Aí vai da criatividade e do quanto a falha pode contribuir para o desafio, a diversão e o roleplay do momento. Em algumas outras situações, em que uma falha seja algo muito, muito absurdo, prefiro dizer que a pessoa conseguiu sem qualquer matemática, sem precisar escolher "10" ou "20". Com relação aos samurais, a própria palavra significa "Aquele que serve" e eles eram em verdade soldados aristocratas, geralmente servindo um daimio (senhor feudal) ou xogum. Penso que os xoguns ou daimios poderiam ser também samurais, mas em serviço do imperador japonês. Quando um samurai desobedecia/desrespeitava seu senhor, ele deveria suicidar-se com o seppuku; aquele que não o fazia, era exilado e passava a ser chamado de ronin. Pensando assim, eles realmente eram uma espécie de knight japonês, mas ainda mais extremos no cumprimento do dever. A propósito, se alguém quiser ver um filme bacana sobre samurais, recomendo o clássico "Os Sete Samurais" (que eram 7 ronins, na verdade)!

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  3. Olá Léo, ótimo Podcast!

    Sobre o livro Mitologia Nórdica, do Neil, é fantástico de fato, o li e o que mais me interessou foi a questão de Loki estar envolvido em tudo! Além do toque que somente Gaiman poderia dar a narrativa.

    Sobre o podcast anterior, senti uma falta de mais referências externas, tal como outra releituras dos anões (não acredito que vou citar isso) como feito em Branca de Neve e releituras via filmes.

    Sobre o podcast atual, vem com qualidade de bom senso sobre os temas das perguntas dos ouvintes, sem rolagem de 1 ou 2 para entreter! Quanto aos tópicos tenho usado bastante a questão do "Escolhendo 10", pois no sistema 3.5 se buscava as melhorias que o 5.0 já trouxe, mas esperar que o jogador ficasse de forma massante dizendo a cada sala que jogaria a percepção o método de fato ajudava a agilizar. Também tenho aversão à escolha do 20 (que tal como a rolagem, deve ser espetacular e não corriqueiro).

    A semelhança que principalmente vejo no quesito diferenciação entre paladino, cavaleiro e samurai, ainda levando em consideração os pontos históricos aplicados, é o código de conduta. Cavaleiros tinham além da lealdade uma série de condutas que juravam seguir, em geral de cunho ao bem do povo e da coroa. Samurais tinham um código de conduta mais rígido, voltando mais à sua honra do que os demais. E por fim o Paladino que também deve seguir um código de conduta, mas este bem mais variável estando diretamente ligado ou a divindade nas edições antigas, ou mais recente aos votos que permitem três opções iniciais.

    Aos cavaleiros:
    1.As principais regras do código de cavalaria eram as seguintes:

    Proteger as mulheres e os fracos;
    Defender a justiça contra a injustiça e o mal;

    Amar sua terra natal;
    Defender a Igreja, mesmo com risco de morte.

    Aos samurais, as sete virtudes do bushido:

    GI (義?) - Justiça e Moralidade, Atitude direta, razão correta, decidir sem hesitar;
    YUU (勇?) - Coragem, Bravura heróica.
    JIN (仁?) - Compaixão, Benevolência.
    REI (礼?) - Polidez e Cortesia, Amabilidade.
    MAKOTO (誠?) - Sinceridade, Veracidade total.
    MEIYO (誉?) - Honra, Glória;
    CHUU (忠?) - Dever e Lealdade.

    E já o paladino da 5.0 temos os Juramento da Devoção (muito similar ao que já conhecemos das demais edições), Juramento dos Anciões (mais voltado para as questões naturalistas, como os druidas) e o Juramento da Vingança (com um exemplo excelente, ao meu ver, Frank Castle).

    Bom, deixo minha despedida e votos de longos anos élficos para o podcast e um singelo pedido: poderia dedicar um podcast para o cenário de Ravenloft e seus Darklords?

    Antonio Carlos Oliveira de Sousa "Tony" Druida 8/ Ladino 5

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    1. Legal, cara! Vou guardar pro podcast de feedback desse episódio na semana que vem. Valeu muito ae pela participação!! =)

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  4. Fala aí! Primeiramente, parabéns pelo podcast: é ótimo pra quem quer começar a própria mesa, ou interpretar melhor as personagens! Adorei o episódio sobre druida, e senti falta de citar os druidas de Asterix e Obelix! Rsrs Quero fazer algumas críticas construtivas... Qua do comecei a ouvir, foi pelo episódio onde vc fala de Sherlock Holmes, e quase parei por ali, pq o episódio ficou muito chato, já que vc foi prolixo demais, falando várias vezes a mesma coisa sobre o leal e o caótico. Vc poderia fazer um roteirinho que talvez ajude a não ser tão repetitivo. Outra coisa: vc poderia ler os comentários dos leitores no FINAL do podcast, pq no início é froid... A gt quer começar e já ouvir sobre o tema do título, mas se vc começa pelos comentários, fica desinteressante. O episódio de clérigo foi da hora e gostaria que vc fizesse um sobre Tiefling, pois quero fazer um paladino. Parabéns pelo podcast e beijos!

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    1. Tiefling vai vir. Sobre prolixo, é que de fato aquele do Holmes eu tava falando de coisas que pesquiso no doutorado. Então acaba sendo mais complexo e é necessário ir e voltar mesmo. Mas a capacidade de falar mais diretamente vai melhorando com o tempo. Gostei muito do podcast de Orcs e de Anões (o do Elfo, como precisei gravar com pressa e também trazia conceitos bem complexos, ficou mais prolixo tb, mas eram conceitos importantes).

      Sobre as perguntas, por um tempo eu botava em que minutos cada resposta a cada pergunta começava. Mas, no geral, a galera tem enviado histórias de personagens, criações próprias e tal, então eu tenho tratado como conteúdo já também. Se reparar, um ou outro que só está elogiando eu até coloco dentro, especialmente se for a primeira vez, mas falo rápido. Os comentários da galera agora, mesmo quando não são perguntas, trazem muito valor, e eu comento muita coisa. Então tenho tratado já como conteúdo. Pode reparar. Nesse último episódio, a regra do "Pegar 10" que foi um comentário é que está trazendo mais comentários e participação da galera. A galera enviou vários exemplos de personagens também, após eu ter lido um bem legal enviado por um ouvinte. Pq isso ajuda na criação também, a experiência dos outros mestres.

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  5. Opa! Muito bom o podcast, Cara, curti muito, obrigado por trabalhar minha dúvida e continue com o trabalho foda!

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  6. Fala, Leo! Primeiramente, ótimo cast como sempre. Aumentando a quantidade sem perder a qualidade. Difícil, hein?
    Sobre a questão da diferença entre cavaleiro de Paladino, tenho duas referências para recomendar aí o pessoal que tem certa confusão.
    Primeiro quero recomendar, digo, intimar a quem não viu esse CLÁSSICO da Sessão da Tarde que é "Coração de Cavaleiro". Um filme muito gostoso de se ver onde um jovem sonha em se tornar um cavaleiro e parte desde criança para receber treinamento, apesar de ser um reles plebeu e, na teoria, não ter esse direito de ser nomeado um cavaleiro. Dá para pegar nesse filme o feeling da honra que é se tornar um cavaleiro nomeado e tudo mais. Particularmente, eu adoro esse filme.
    E para a referencia de um PALADINO eu gostaria de recomendar o anime "Shingeki no Bahamut: Genesis" onde a partir acho que do quarto episodio nos é apresentados a personagem Joana D'Arc (na versão do mundo fictício do anime). Segue a sinopse:
    Mistarcia é um mundo mágico onde os seres humanos, deuses e demônios se misturam. No passado, o alado preto e prata Bahamut ameaçou destruir a terra, mas os seres humanos, deuses e demônios superaram suas diferenças para lutar juntos e selar o seu poder. A chave para que o selo foi dividido em dois, metade dada aos deuses e outro aos demônios, para que eles nunca seriam unidos e Bahamut nunca lançado. Agora, dois mil anos depois, o mundo está em uma era de paz, até o dia uma mulher humana rouba metade da chave dos deuses.

    Sem ser muito técnico, eu adorei o Anime que, apesar de ter alguns clichês e plots previsíveis, compõe cenas de ação, personagens e uma mistura maluca de mitologias de uma maneira muito intrigante e que me pegou. Nesse mundo, Joana D'Arc é de fato uma paladina com poderes enooormes. Não vou dar muitos detalhes para não Spoilar, mas fica a recomendação.
    Um grande abraço e prossiga o bom trabalho

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