segunda-feira, 30 de outubro de 2017

[Podcast] Pensando RPG #123 - Entenda a figura do Elfo


Bom dia, RPGista!! Trago mais um dos podcasts falando de raças de D&D. Hoje trago um episódio dos mais interessantes aqui, em que vou em várias mitologias e também em fontes literárias. Gostei muito dele, acho que vocês vão curtir também. Enfim, segue a sinopse:

Neste episódio, falo sobre a figura dos Elfos. Para isso, falo da mitologia nórdica e de um problema com o próprio uso da palavra elfo. Falo então de Tolkien e dá pincelada que ele fez de um conceito bem maior presente na cultura nórdica. Falo também do elfo literário do século XIX, inspiração para J.K. Rowling e, por fim, explico por que o D&D consegue conciliar a ideia nórdica de elfo (chamado no jogo de Fey) com o conceito élfico criado por Tolkien.

Duração: 27m29s
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5 comentários:

  1. muito bom, mas sempre achei q o tolkien tivesse pego o elfo da mitologia celta nao a nordica

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    1. Tem gente que diz que ele se inspirou nas duas. Apontam as referências. O Tolkien em pessoa disse que odiava a cultura Celta. E que por isso seus mitos não são Celtas. Apesar disso tem gente que aponta possíveis inspirações no que se trata dos elfos. Eu trato elas como acasos, já que o próprio Tolkien disse que desprezava a mitologia Celta.

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    2. o q acontece é, tendo o conhecimento de algo fica dificil nao referenciar algo

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  2. Boa! Curto muito esses podcasts conceituais justamente por você buscar a origem cada raça; estou ansioso por você falar dos halflings em sua origem pré-Tolkien, e dos draconatos. Bacana essas diferenciações dos elfos: um mais sério/solene, do Tolkien, e o outro mais sapeca, das origens célticas. Mas o interessante é que o próprio Tolkien demorou para firmar o pé no tipo de elfo que ele queria criar. Se você pegar os elfos do Hobbit e os elfos do Senhor dos Anéis, existem muitas diferenças. Como exemplo, não dá para imaginar os elfos da trilogia tão brincalhões como os elfos do Hobbit que recebem a comitiva do Thorin fazendo musiquinhas e piadinhas sobre os anões. Dá para notar que no hobbit eles ainda eram mais feys e menos primogênitos de Ilúvatar. E deixo aqui uma dica: para quem é mestre, world builder ou escritor, uma coisa que acho fundamental é dar uma cara só sua para essas raças já meio saturadas. Como exemplo, os elfos de meu mundo de campanha tem uma ligação muito forte com a astronomia, baseado no amor que os elfos tolkenianos tinham pelas estrelas. O governo deles é relacionado ao céu e se chama astrocracia, cada elfo tem uma estrela própria revelada por um astronomestre, quando morrem se tornam luz, retornando para o céu (e não podendo ser ressuscitados) e até justifiquei a baixa população dos elfos por meio da astronomia: uma relação sexual entre elfos só é fértil se no momento em que ela acontecer a estrela do macho, da fêmea e o sol formarem um triângulo que cerquem a Lua Crescente. Meio-elfos nascem quando um humano tem uma estrela (algo raro) e o mesmo evento aconteça. Penso que Temperar raças com equilíbrio, sem desconstruir completamente a origem, é a chave para fazê-las ainda mais interessantes e carimbar o mundo de campanha com sua marca. :)

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  3. Senti falta de uma pincelada em versões mais atuais dos elfos, como os de World of Warcraft e afins.

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