terça-feira, 24 de outubro de 2017

[Podcast] Pensando RPG #119 - Como lidar com divindades num RPG? E ideias para RPGs com anjos e demônios!


Bom dia, RPGista!! Segue mais um dos nossos podcast de Perguntas & Respostas. Eles vão ficando cada vez melhores, com cada vez mais conteúdo e links enviados por vocês. Tá ficando muito legal! Muito maneiro ver o pessoal participando com tanta intensidade! Segue a sinopse:

Neste episódio, trago o feedback dos ouvintes, como muitos links e ideias dados por eles, e ainda respondo a algumas perguntas. Nele, falo mais sobre o universo dos anjos do Eduardo Spohr, trazendo já parte do feedback do desafio lançado semana passada e dou também minhas primeiras impressões sobre o sistema. Depois, ainda falo um pouco sobre como usar divindades no D&D, sobre recursos para fazer mapas e jogar online, além de trabalhar também com soluções para personagens extramamente inteligentes, sábios ou carismáticos.

Duração: 53m39s
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7 comentários:

  1. uma ideia que tive para um plano do caos é que quando o jogador rolar o dado, fazer c/ q os resultados que ele ve no dado nao serem os valores verdadeiros, tipo, um resultado 1 podendo ser 20 em uma rodada ou 2 em outra rodada, mas nao necessariamente 1, so p dar aquele cagaço nos jogadores e p ajudar da p fazer um programinha simples de misturar os valores de uma lista e mostrar apenas 1 dos valores (tipo, em uma rodada os resultados do dado sendo do 1-20 na vdd 2, 1, 3, 4, 15, 20, 10, 11, 5, 9 e por ae vai e na rodada seguinte outros valores)

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  2. Olá Leonardo, parabéns pelos últimos podcasts com as entrevistas que foram fantásticas e obrigado por aumentar o número de perguntas e respostas pois isso também ajuda muito a todos que acompanham o blog.
    Minha pergunta dessa vez é sobre uma situação que provavelmente todo mestre já se deparou, é sobre aquele velho personagem que sequer tem background e a única motivação dele é conseguir dinheiro e loots para si. No início não ligava muito pra situação do personagem, mas depois de assistir o vídeo do Mestre Matthew Colville, "Story Vs Adventure, Running The Game #18", onde ele comenta que a aventura criada pelo Mestre nada mais é do que um meio com a finalidade de desenvolver os personagens dos jogadores, me deparei com a dúvida de como eu poderia desenvolver o personagem desse jogador.
    Já pedi faz tempo para ele fazer um pequeno background pro personagem dele e até hoje nada, enquanto que os demais jogadores todos tem a sua história, algumas mais simples, outras mais elaboradas, mas é algo que me dá o que desenvolver.
    A solução que eu cheguei para esse problema é continuar a aventura e ir desenvolvendo os personagens dos jogadores com background e ignorar o desenvolvimento do personagem dele até que ele me desse algo para trabalhar com ele, para mim o trabalho do Mestre é desenvolver a história dos personagens, não criá-la. Penso que talvez vendo a evolução dos outros personagens ele se anime em fazer algo para o dele.
    O que você faria no meu lugar? Grande abraço e continue com o bom trabalho!

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    1. Depois leio com calma pra responder por aqui ou pelo cast.

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    2. Olá Fernando. Eu, quando estou no papel do narrador, também gosto que os Jogadores desenvolvam a história de seus personagens, nem que seja uma história básica, para poder agregar ainda mais valor a narrativa durante o jogo e render momentos únicos quando algo do passado influencia no desenrolar da história. Então entendo o que você esta sentindo e já passei por situações assim também, darei uma dica minha a respeito disso.
      Existem inúmeros tipos de Jogadores, alguns que se preocupam muito com o desenvolver os personagens, outros nem tanto e só pensam mais em combates e riquezas, que parece ser o caso desse seu jogador.
      Além de seguir essa estrategia, de desenvolver os outros Personagens dos Jogadores para tentar animar esse jogador, você pode adicionar elementos e cenas dentro de uma aventura que vão ser agregadas ao personagem desse jogador especifico. Por exemplo, ele pode encontrar um NPC (talvez da mesma raça) que está furioso com ele, e você pode dizer "você reconhece que aquele é um parente (ou amigo de infancia) que você não via a anos. O que você fez para ele esta com raiva de você?" e o jogador pode inventar um motivo na hora, e os outros Jogadores poderiam até ajudar também. Um caso semelhante pode ser encontrar algo "ao abrir aquele bau, você encontrou um medalhão, o brasão talhado em prata com detalhes minuciosos é algo que você reconheceria em qualquer lugar, já que aquele simbolo fez parte da sua juventude. De onde você conhece esse simbolo?" dai o jogador fala um pouco do passado dele e da onde é aquele simbolo durante o jogo mesmo.
      Uma coisa que eu já usei e também é muito útil para desenvolver o passado de um PdJ é o bom e velho flash-back. Em uma mesa que iniciei a poucas semanas com meus amigos, um dos jogadores estava sem muitas ideias para a história de seu anão, e como eu comecei narrando individualmente uma cena curta para cada jogador, para esse jogador, comecei narrando que ele despertava com uma grande ressaca da noite de bebedeira que teve anteriormente pois sua família estava comemorando o aniversario de seu avô, o mais velho anão da família, e então este avô após acordar o PdJ começou um dialogo com ele falando sobre o jovem anão se aventurar pelo mundo, e o jogador respondia como deveria ficar ali e proteger sua família, enquanto o velho dizia que para proteger a família ele deveria ser forte, e que o "mundo além das montanhas te tornará forte". O jogador que antes não tinha ideia sobre seu passado, durante aquela cena, inventou que tinha um dever a cumprir sendo um protetor para sua família e seus territórios ali nas montanhas. E embora eu tenha usado isso no inicio da campanha, nada te impede de colocar uma cena assim durante uma aventura como um flash-back, e você pode até colocar os outros Jogadores para interpretar NPCs que são amigos e parentes deste Persoangem que esta lembrando de algo em seu passado.
      Acho que o texto ficou grande kkk, mas espero que isso ajude você a desenvolver com seu jogador o histórico do personagem, um abraço.

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  3. Caramba, eu fui citado no Podcast kkkkkk, fiquei muito surpreso de verdade, não achei que esse dia chegaria tão cedo kkkkkkkkk XD
    Enfim, mais um podcast espetacular Leo,e agora que estou lendo A Batalha do Apocalipse e ouvi esse podcast, entendo um pouco mais sobre o cenário do Spohr e isso vai me permitir elaborar ideias de aventuras de RPG nesse mundo. E claro, se eu tiver ideias interessantes vou compartilhar com a comunidade RPGista aqui.
    Sobre o que você comentou a respeito do lore do universo do Spohr, a respeito de Jesus, eu admito que sou daquelas pessaos chatas que não gosto de saber NADA de uma obra que estou lendo, assitindo, jogando, etc. mas já estava me perguntando mesmo sobre Jesus já que desde o inicio do livro vemos que Yahweh esta dormindo, e quando você comentou no podcast eu fiquei tão surpreso e atonito que passei uns bons segundos pensando nisso e nem fiquei bolado por descobrir algo que não li na história ainda kkkkkkkkkk. Mas enfim, a obra do Spohr é muito boa mesmo, a escrita dele é sensacional e tem coisas dessa ficção que eu, como uma pessoa religiosa, também já tinha essa linha de raciocínio em algumas coisas.

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    1. Sim, mas não é um ponto chave nos livros não. Você descobre isso na Batalha do Apocalipse em um dos flashbacks acho, algo assim. Aí vc descobre, é legal para entender o pq da guerra entre os anjos, mas não tem um peso na trama em si. É mais pra saber o pq de a situação estar como está. Mas foi uma sacada bem legal do Spohr.

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  4. Episódio bacana! Como sugestão para mestres que queiram narrar campanhas envolvendo deuses, eu sugiro a leitura dos romances da trilogia Avatar do Forgotten Realms (Não é a dos dobradores, hein!), que conta a história de 4 personagens bem interessantes envolvidos no Tempo das Perturbações, quando os deuses foram expulsos dos planos externos e obrigados a caminhar na terra como mortais. Estou no segundo livro, Tantras, e estou gostando muito. :)

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