terça-feira, 10 de outubro de 2017

[Podcast] Pensando RPG #110 - Qual a diferença entre Dragão, Wyvern e Wyrm? E Smaug é um Dragão?


Bom dia, RPGista!! Segue um episódio MUITO legal aí de Perguntas & Respostas. Esse ficou muito legal, graças à uma participação muito intensa da galera. Mandem suas ideias e perguntas mesmo! Enfim, segue a sinopse:

Neste episódio, trago o feedback do pessoal, que nos leva a discutir coisas muito interessantes sobre facções e organizações, falar de uma história bem legal entre Tolkien e C.S. Lewis, responder uma questão sobre as transformações do Druida e sobre Dragões, Wyverns e Wyrms.

Duração: 42m56s
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9 comentários:

  1. Boa noite, Leonardo.
    Venho mais uma vez trazer minha contribuição para o conteúdo do podcast.
    Sabes que sou um pouco empolgado quanto ao conteúdo de meus comentários, portanto, trago três coisas que gostaria que fossem trabalhadas e deixo-o livre para escolher uma ou mais dentre elas.

    Primeiro gostaria de falar sobre o tempo para os jogadores declararem sua ação.
    Percebi, assistindo streams de RPG e e jogando, que muitas vezes os jogadores acabam ficando indecisos em seus turnos e, quando eles pensam de mais, o mestre passa a apertá-los. Claro que isso tem um motivo, afinal, como eu comentei uma vez, não é sempre que em uma luta que sempre pode estar valendo a sua vida que você vai parar para pensar que cortar o dedo anelar da mão direita do adversário porque talvez aquele anel seja mágico é uma boa ideia. Também não estou dizendo que isto é impossível, mas será que um guerreiro com 8 de INT pensaria tão rápido? Eis minha proposta: Cronometrar um tempo limite para o jogador declarar sua ação. E digo mais: considero que o valor em segundos que o jogador tem para fazer isso deva ser diretamente proporcional à inteligência de seu personagem, isto é, um guerreiro de 8 de INT terá 8 segundos para dizer o que pretende e um mago de 19 INT terá 19 segundos para declarar suas intenções. Trago também algumas vantagens que isso poderia trazer à mesa.
    1: O jogador deverá ficar mais concentrado acerca de tudo que acontece na mesa, pois, ao chegar seu turno, o tempo para pensar será um tanto limitado.
    2: O jogador sem querer pode acabar interpretando melhor seu personagem, pois personagens mais "burros" terão ações mais impulsivas.
    3: Valorização do atributo inteligência. Muitos consideram coisa pra mago, mas, quanto que um cavaleiro muito bem treinado não ESTUDOU sobre a arte do combate? com 8 de inteligência? Sério?
    4: Esse tempo é apenas referente à declaração da ação e não a sua descrição, logo um "macete" seria os jogadores se esforçarem para fazer ações mais elaboradamente detalhadas e interpretadas para seus parceiros terem mais tempo de pensar no que fazer. Coisa que pode trazer uma grande riqueza de detalhes para as cenas de batalha.

    Esse tipo de coisa não é nem um pouco de difícil de programar num softwarezinho para o computador, digo isso como programador. Se a galera gostar da ideia, posso até liberar um executável para download lá no grupo para ajudar com isso, mas, também não é impossível de se fazer com um cronometro de celular mesmo.
    Espero que goste da ideia e que eu tenha lhe dado o tão visado "pano para manga", que já estou considerando em transformar em um item mágico de algum alfaiate lendário em minha campanha hahaha.

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  2. Trago também uma história para ilustrar como jogador é um bixo imprevisível.
    Em minha última seção, os jogadores se preparavam para invocar um nightmare, cavalo de fogo sobre o qual você já falou em vídeo, com o intuito de cavalgá-lo (parte das coisas que devem fazer para concluir a main quest). Para tanto, um deles deveria se provar digno de montá-lo derrotando a criatura em um combate direto "1x1"
    Estava tudo certo: O guerreiro o enfrentaria, receberia a magia "arma mágica" do clérigo enquanto o grupo ficava ali do lado curando-o se necessário. Como era uma magia de concentração, o clérigo iria ter que apagar a luz que conjurava no escudo do paladino, mas, como o cavalo brilhava no escuro, tava tudo certo.
    Mago conjurou, narração épica da invocação ao som de duel fate do star wars e, ao invés de atacar o o Nightmare, o guerreiro fala.
    -Vim desáfiar-lhe para uma batalha tentando assim prova-me digno de o montar, para isso, enfrentarei-o SEM ARMAS, mas, em honra a isso, deverás me enfrentar sem sua magia.
    Tomado completamente pela surpresa da ação do fighter, narrei que, após alguns instantes o encarando, a criatura "apagou" a crina e as patas, aceitando assim o desafio. O clérigo teve que desconjurar a arma mágica para acender a luz na caverna de novo e a batalha se sucedeu com sequências de porradas no foucinho do bixo. No final, quando o nightmare chegou a metade de seu life, considerou o guerreiro digno, não só pela sua força, mas também pela sua audácia e, num último acerto crítico (tremenda coincidência) Siegfried escolheu deixar de dar o dano duplo para dar um golpe e fazer uma manobra para montar o bixo que, após alguns segundos de suspense, acendeu sua chama novamente o aceitando.
    Esse infeliz já tinha feito isso com um orc na taverna lá na primeira seção. Está se tornando uma característica do personagem. Claro que dei-lhe um ponto de inspiração.

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  3. E, por fim, gostaria de fazer uma pergunta:
    Como melhor narrar muitas das coisas mecânicas do jogo como second wind, surto de ação, marca do caçador dentre outros? muitos acabam sendo meio confuso de como diabos narrar aquilo. Outra que me causa dores de cabeça é a orbe cromática dando dano trovejante. Não é tipo um dano de deslocamento do ar? como fazer uma orbe disso?
    Desde já agradeço!

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    1. Depois leio com calma pra ver pro podcast de segunda hehe

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  4. Feedback : Faça podcast de classes homebrew que você ache maneiro o/

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  5. https://scontent-sea1-1.cdninstagram.com/t51.2885-15/e35/19121051_237247070112405_9190339404726534144_n.jpg?ig_cache_key=MTUzODMwNzgzMDgzMzAwNDU1Mg%3D%3D.2
    https://i.pinimg.com/736x/01/88/b9/0188b953d9cd5afa3d28baef76425810--fire-dragon-green-dragon.jpg
    ambas imagens sao para mostrar as diferenças

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  6. uma coisa quanto a organizações, dependendo do tamanho da guilda e/ou influencia os jogadores podendo ter alguns bonus, seja em itens, seja em influencia e o proprio jogador começar a abusar desses beneficios

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  7. Gostei muito desse podcast, mais uma vez cheio de ideias e informações muito uteis para os RPG. Particularmente eu nunca fiquei me prendendo ao número de membros para definir se uma criatura é ou não um dragão, e não acho que o pessoal devia se apegar a isso. Tem escamas, cospe fogo e asas enormes? eu já chamo de dragão e corro pra me esconder hahaha. Afinal de contas, nunca vi ninguém dizendo que os "dragões" de Skyrim, ou do filme do Harry Potter não são mesmo dragões só por ter os membros da frente ligados as asas. A única diferenciação que eu faço é entre dragões ocidentais e orientais, mas ainda penso neles em fantasia como "parentes" e não seres ou raças diferentes!
    De qualquer forma, esse foi mais um ótimo podcast e que deve ajudar bastante o pessoal, valeu pelo seu esforço nesse podcast

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    1. Legal, legal. Mas tem gente que reclama sim. Vi muitos posts da galera reclamando do Drogon ser chamado de Dragão, de Game of Thrones, quando seria um Wyvern (por causa dos membros). Também acho que não deveria rolar a diferenciação.

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