terça-feira, 5 de setembro de 2017

[Podcast] Pensando RPG #091 - Combar é bom para o RPG? E campanhas muito longas são boas?


Bom dia, RPGista!! Aqui segue o segundo podcast de Perguntas & Respostas dessa semana. Ontem, saiu um podcast muito legal falando sobre RPG Old School. Como acumulou o feedback da semana passada ele está bem carregado de coisas boas, creio que irão gostar!! Enfim, segue a sinopse:

Neste episódio, falo sobre alguns combos de multiclass e ainda respondo a uma pergunta sobre se combar na criação do personagem é algo positivo ou não. Além disso, respondo se devemos ou não fazer campanhas muito longas e mais!

Duração: 54m22s
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8 comentários:

  1. Olá Leo.
    Primeiramente devo dizer que o lançe do Hexcrawl foi bem interessante, um dia pretendo jogar esse estilo, obrigado por expandir ainda mais meu mundo do RPG.

    Agora, sobre minha pergunta, a questão que eu apresentei não é específica do Tormenta, é simplismente esquiva e defesa.

    Colocarei um exemplo simples:
    Um cavaleiro deseja executar um golpe com sua arma enquanto o monge deseja esquiver-se do golpe.
    Para isso, deve-se realizar um teste de DES (Cavaleirio) x DES (Monge)? Deve-se levar em conta a habilidade de cada com sua arma e artes-maciais? Se sim, como? Somando? A distância importa? Se bem sucessido o teste, poderia ser feito um contra-ataque imediato?Se o teste falhar, isso impede um teste de defesa e, por conseguinte, o ataque acertou? Deve-se construir/montar algo que determine mira ou algo do tipo?

    Essas são as minhas dúvidas, se ainda não entendeu a questão, peço que especifique mais o que não compreendeste.

    Flw, continue o bom trabalho.

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    Respostas
    1. No D&D não há teste para esquiva. O cara que quer acertar rola os bônus de ataque dele contra sua Classe de Armadura, se tiver sucesso, ele acertou. E é isso. Creio que em tormenta, por ser similar, seja assim também. Em outros sistemas, como o GURPS, o defensor faz rolagem pra se defender ou esquivar, mas no D&D não.

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    2. Oh, certo saquei. Obrigado.
      Mas como são esses testes no GURPS?

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  2. Adorei o Cast! Tem muitas questões muito interessantes que eu até gostaria de comentar, mas quero me focar em compartilhar uma reflexão minha.

    Alguém, já a algum tempo atrás, fez um post no grupo perguntando como nós consideramos o atributo Carisma. Se ele teria a ver com a boa aparência do personagem e tudo mais. Respondi que não necessariamente, pois vai muito da sua capacidade de moldar e saber trabalhar com a mente dos outros, seja sabendo botar medo ou convencer e tals... muitos concordaram comigo, mas me peguei num pensamento dias depois: Então por que Diabos o Feiticeiro e o Bruxo usam Carisma como habilidade de conjuração?
    Parei para pensa numa outra linha de raciocínio:
    Para você convencer a pessoa de algo, você deve parecer também convencido daquilo, portanto você será melhor nisso se você mesmo tiver a capacidade de controlar os seus sentimentos a ponto de você ficar convencido daquilo. Há um pouco de verdade em toda mentira, não? E para intimidar alguém a pessoa deve estar convencida que você é capaz de fazer-lhe mal, e ela não estará se você também não estiver.

    Agora gostaria de adicionar um outro pensamento paralelo (calma que chegarei no meu ponto).
    No filme X-Men: Primeira classe tem uma cena que gostaria de citar.
    Primeiro vamos ressaltar que a base de um Feiticeiro é a mesma de um mutante: alguém que nasceu com seus poderes por algum motivo "genético" e está tentando descobrir como bem usa-los.

    Em determinado momento do filme, Xavier tem uma idéia para explicar a Magneto como ele conseguirá usar seus poderes com mais intencidade e lhe diz que os poderes dele serão ativados por fortes emoções. Xavier faz os trambiques dele ativando memórias do magneto e este, às lágrimas, consegue girar uma antena parabólica estupidamente grande.

    Voltando ao Charisma: Concluí que toda essa sua capacidade de moldar os pensamentos alheios vem da sua capacidade de moldar os seus próprios pensamentos e emoções tal como um ator. Então podemos também afirmar que o poder do feiticeiro e do bruxo são invocados através de fortes emoções e, quanto melhor ele controla as próprias emoções, mais poderosa é a magia, tal como o magneto virando a antena enquanto chorava (no caso do Bruxo a emoção pode ser exclusivamente o ódio).

    Minha reflexão foi mais além (e é agr q vc me avisa se to viajando na maionese) você pode considerar também que isso acontece devido à magia ser a energia poderosa gerada pela emoção e convertendo-a em, por exemplo, uma fireball. Isso seria uma maneira muito foda de explicar os slots de magia do Feiticeiro, Bruxo e Bardo, pois talvez haja um limite de quanto ele consegue retirar de energia de suas próprias emoções antes de acabarem perdendo um pouco ou completamente sua sanidade!
    Por exemplo:
    Um Feiticeiro já sem energia para conjurar suas magias vê a bola de fogo vindo em sua direção. Ele sente sua filha agarrada à sua perna gritando de desespero enquanto sua esposa jás inconciente aos seus pés. Em um Lapso de desespero ele conjura um escudo poderosíssimo que não só barra a magia inimiga como a manda de volta. Para issso ele usa sua emoção mais forte: o amor. Porém ele não poderia ter feito isso. Vai além de seus poderes. E o Feiticeiro, que era um tão zeloso pai e marido, perdeu talvez permanentemente sua capacidade de amar.

    Espero ter contribuído e me desculpe se as vezes (sempre) eu me empolgo nos coments. Um grande abraço.

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  3. Parabéns Leonardo pelo excelente podcast!
    Gostaria de trazer aqui a sugestão de que você falasse algum dia sobre adversários/oponentes não malignos. No Draconomicon da 3ª edição um dos Dragões Dourados (leal/bom) é descrito claramente como um possível "vilão" para um grupo de heróis. Como você vê essa ideia que particularmente acho muito interessante.

    Um forte abraço

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    Respostas
    1. Sim, bem legal essa ideia, posso trazer num cast de perguntas e respostas ou até um específico conceitual!

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  4. uma coisa q acabei fazendo no 3e (q impossibilitaria em 1ª instancia) foi um multiclasse d monge c/ mago que no caso ele seria uma especie de monge escriba responsavel pelos arquivos arcanos, que devido a alguns incidentes tiveram esses arquivos roubados e outros perdidos, dae começa a se aventurar para recuperar esses arquivos, e c/ o uso d alguns talentos e itens especiais dava p combinar algumas magias (grande maioria de buff ou alterando alguns detalhes delas) c/ a rajada de golpes do monge, tipo uma rajada d golpes c/ efeito extra d um fire bolt da vida

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  5. Olá novamente Leo.

    Surgiu-me uma nova questão a qual gostaria que você trabalhasse. Como você vê a utilização de personagens sem capacidade mental do nível humano, visto que eles estão limitados a poucas ações? Não recomendas que um player utilize, por exemplo, uma besta ou um animal mágico como personagem? Já tivestes alguma experiência desse tipo? Possui algumas dicas para dar sobre esse tema?

    Abraço e FLW.

    OBS: Tenta voltar com os podcasts de microtramas, sinto falta deles e aposto que outros ouvintes também.

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