domingo, 11 de dezembro de 2016

[Podcast] Pensando RPG #021 - Perguntas & Respostas: Como lidar com "jogadores problema" + narração literária e narração cinematográfica


Olá, pessoal! Hoje segue um episódio bem longo e muito legal do nosso podcast de Perguntas & Respostas. A galera participou demais da última edição, então aí vem um conteúdo muito legal para vocês.

Neste episódio, falo sobre algumas situações delicadas, de como lidar com o que podemos chamar, com muitas aspas, de "jogadores problema". Além disso, falo em como se divertir sendo um mestre e também de algumas técnicas da narrativa cinematográfica. Aproveito também para falar da narração cinematográfica e da literária, mostrando qual é a minha favorita.

Duração: 52m05s




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13 comentários:

  1. Olá de novo, Leo! Mais um ótimo podcast com um conrteúdo extremamente relevante. Parabéns :D.
    Espero não estar abusando de sua boa vontade lhe fazendo duas perguntinhas (semana que vem faço três e peço música).
    primeira:
    Semana passada você respondeu meu comentário (e falou dele nesse podcast) em que eu dizia que meu grupo era bem zoeiro e acabava que não tinha como levar o jogo muuuito a sério. Eu também tinha comentado que para ajudar nesse quesito, havia criado meu próprio sistema com regras voltadas mais para a interpretação (mais fluído, como você costuma definir). Inclusive, eu aprendi a jogar RPG meio que sem sistema. Mais no "Rola o D20 pra ver se dá... 12... você consegue sim", sacas? O resultado disso aí é que eu quase nunca jogo/mestro um RPG com todas as regras. Os únicos que eu consegui mestra com as regras foi Story Teller (em eventos geek) e O um anel (com os amigos, mas ignorando bastante regra também). Vendo os nerdcasts antigamente e agora vendo os seus vídeos do pessoal jogando D&D eu tive uma vontade enorme de jogar este clássico sistema. Então ontem estava conversando sobre isso com um amigo meu que também mestra e perguntei para ele por que nós não poderíamos juntar um pessoal aí e jogar umas seções de D&D marotas. A resposta dele (que também teve um pouco a ver com a pauta desse programa) foi: "Cara, mestrar D&D é difícil". Poxa, e para a gente isso é realmente verídico (ignorara a antítese), pois Dungeons and Dragons é um sistema com muuuuitas regras. Você tem que aprender aí a função de cada perícia, saber cada magia, cada habilidade, ter uma pequena ficha pronta para cada monstro que os aventureiros podem encontrar no caminho... Sei que isso que eu estou falando vem muito da preguiça de estudar o sistema, mas não é só isso. O mestre, no nosso caso, tem que saber todas as regras por ele e pelos jogadores. Afinal, já tá difícil arranjar um pessoal para jogar, imagina se você diz para a pessoa que ela tem que ler um PDF de umas 200 páginas em inglês na internet? São muitas variáveis que acabam afastando a gente do mais clássico sistema de RPG. Como você acha que poderíamos resolver isso? Fazemos como eu faço com O Um Anel, substituindo várias regras por interpretação? Ou simplesmente continuo nos meus sistemas mais fluídos?
    Segunda (vou tentar ser breve):
    Seja em tavernas ou na boca de bardos, músicas que contam histórias de batalhas são muito comuns em mundos fantástico-medievais. Você acha que seria uma experiência bacana o mestre (ou um jogador com um bardo) preparar algumas músicas para citar, ou até cantar, durante a jogatina? Tipo um momento Pipin no Retorno do rei. Ou será que a ser um corta clima meio estranho e os jogadores não iriam gostar muito dessa "pausa na história" Like a Tolkien?
    Desde já agradeço imensamente a atenção e devoção pelo site.
    Um abraço: Nattan Viscardi

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    1. E ae Nattan, Beleza?

      Posso expor minha opinião curta e rapidamente?
      Regra de ouro: Divirta-se.
      Seu grupo esta se divertindo sem regras?
      Sem regras então.
      Seu grupo iria se divertir com o bardo da party, cantando para eles?
      Então cante bardo o/.

      "Ha mas o bardo ele esta com vergonha..."
      Bem, ai você deve ver se isso é divertido para o bardo...
      "Ha mas tem um jogador que adora regras..."
      Ai você deve ver se é divertido para todo mundo, inclusive para esse jogador, talvez seguir regras seja legal para ele.

      Espero ter ajudado nem que seja só um pouco kk

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    2. Depois vou ler com calma pra responder, seja parcialmente por aqui e o resto no cast, etc...

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    3. Em relação a primeira questão, eu recomendo que você procure as versões mais antigas do D&D. São tão divertidas quanto, mas as regras são mais simples e diretas, dando bastante lugar a interpretação e improviso do Mestre. Não há perícias pra decorar, não há talentos, não há regras para nada além do essencial, o resto você deve fazer. E, além disso, são sistemas fáceis de se encontrar na "locadora do Paulo Coelho". Recomendo que procure o D&D da Grow. Tem 60 páginas e já tem a ficha dos monstros, além de regras MUITO fáceis de entender, e é em Português, o que facilita muito na hora de apresentar o sistema para os jogadores e para quem não conhece muito de inglês.

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  2. Gostei de cast!

    Uma pergunta: O que um JOGADOR engajado pode fazer para a campanha de RPG ficar mais divertida para todos? (note que eu perguntei sobre o JOGADOR, não o mestre)

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    1. Pois é, essa foi um pergunta que o Cassiano fez láááá no começo, acho que no primeiro ou segundo podcast de perguntas e respostas. Tá na hora de aproveitar sua pergunta de falar disso de novo!! =D

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  3. Opa fala leo , mano diz pra mim, como eu faço para contar a estória de um vilão que tem um passado triste (Motivo dele ser assim), sem forçar isso pra cima dos jogadores...?

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    1. Oxi, difícil. Vou ver se penso em alguma coisa.

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    2. Tranquilo kkk, e´complicado mesmo, eu narro campanhas muito longas, principalmente por ser um sistema próprio então dar essa vida aos personagens é algo que eu acabo fazendo no decorrer da semana até o dia de sessão, o problema é que na maioria das vezes os jogadores nem questionam os motivos do cara e se questionam e´bem por cima, e ai bate uma tristeza de ter feito um BG atoa.

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    3. Se aceitar uma sugestão minha, tente atrair os jogadores para o lugar aonde o Vilão cresceu e faça os NPCs conversarem sobre isso sutilmente. Faça de maneira que eles entendam, mas que não pareça jogado na cara deles.

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    4. Saquei, valeu M.M vou tentar encaixar isso nas próximas sessões.

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  4. Nossa cara que saudades que eu tava de ouvir esse podcast! Eu tive alguns problemas pra resolver essa semana, e pra piorar meu notebook quebrou ;-; mas consegui ouvir pelo celular agora. Eu curti bastante essa dica que VC deu por ultimo de definir o resultado de uma cena e pedir pro jogador narrar, vou testar isso no meu próximo jogo kkkk
    Muito bom mesmo ta de parabéns

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