domingo, 30 de outubro de 2016

[Podcast] Pensando RPG #010 - Perguntas & Respostas: Como criar jogos mais imersivos?


Olá, pessoal! Segue mais um episódio de Perguntas & Respostas. Creio que ficou muito legal. E talvez o mais legal tenham sido as informações e experiências trazidas por mestres e jogadores na leitura de e-mails e comentários. Elas deram discussões profundas e muito boas, não percam. Bem, aqui segue a sinopse:

Neste episódio, saiba mais sobre cooperação e diálogo entre mestres e jogadores, saiba como criar jogos mais imersivos, com o intuito de manter todos mais concentrados, e entenda ainda quais são os bons sistemas para se começar a jogar. Além disso, veja como preparar, dentro da interpretação, um personagem para mudar de classe.

Duração: 43m56s
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Falado no Podcast

- Nossa Cena de RPG Online

- Sistema +2d6 (do Tio Nitro)

- Pensando RPG #001 - Encontro com o Beholder

- [Criação de Personagens] Como mestres e jogadores podem trabalhar juntos

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14 comentários:

  1. Sensacional cara, gostei bastante, tá de parabéns como sempre ^,^

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  2. Vai entrevistar o Tio Nitro!?!?

    DOIDIMAISSSSS!!!

    Sou muito fã do trabalho dele!

    Recomendo que você indique em que minuto responde a cada pergunta na descrição do episódio do Podcast, em texto, e não grave isso em áudio. Em áudio deveria ter apenas o minuto para pular a leitura de e-mails e comentários, como é no nerdcast por exemplo. Não e-mail por e-mail, pergunta por pergunta como você fez nesse episódio.

    Não quer colocar uma cópia do podcast no youtube? O Garoucast faz isso e acho que dá bastante certo. Sem vídeo mesmo.

    Gostei da sua análise filosófica citando Foucault

    A dica de achar músicas no soundcloud com a #roll20 deu bastante certo, vou tentar colocar umas músicas na minha próxima sessão de RPG.

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    1. Tio Nitro já foi entrevistado! E o papo foi super bom, pode apostar que virão mais podcasts com ele, sem sombre de dúvidas.

      E alguns dos casts vou colocar no youtube sim, tá até renderizando um agora =P

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  3. Sobre magias, habilidades, etc eu sempre digo: "não sei como isso funciona. Me ensina ai como é a magia".
    O cara vai ler achar coisas que já sabia e que ainda não sabia sobre aquilo e, de quebra, ainda pergunto se aquilo realmente vai dar o resultado que ele quer e o porque.
    A tanto de interferência socrática depende dos pontos que o personagem tem em sabedoria e inteligencia.

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    1. Bem interessante essa sua técnica aí. É um bom jeito sutil de ensinar o jogador. Gostei.

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  4. Leonardo, esses dias me veio uma dúvida:
    Como eu (mestre) posso melhorar minhas estratégias de combate usando um tabuleiro? Você poderia falar um pouco sobre técnicas de combate e posicionamento (além das descritas no DMG) que eu poderia usar?

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    1. Legal, cara! Vou pensar. Chegou, talvez comente algo, mas pode ser que além de comentar preparar um PDF seja ainda melhor, com imagens do board e tal.

      Mas chegou a ver o post do Encontro com o Beholder? Lá dou uns toques, seria interessante saber que toques além daqueles você gostaria de ver, facilita na hora de pensar!

      Grande abraço, cara. E terça que vem devo soltar um cast conceitual com o lance dos plot hooks de que você tinha falado.

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    2. Opa, Leonardo!
      Havia lido o artigo sim (que adorei, por sinal), mas estava pensando em maneiras de posicionar melhor as unidades, estratégias de tropas, essas coisas. Meus combates quase sempre se resumem a uma unidade chegar próxima à outra e ficarem parados se batendo até que um dos dois caia. Gostaria de ouvir suas sugestões de como poderia deixar o combate mais emocionante.
      Muitíssimo obrigado! :D

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  5. Hahahaha minha resposta apareceu no podcast =D

    Bom, não sei se vc ainda acompanha as postagens que não a original, pq já tá no 11, mas só to vendo agora...

    Sobre Paladinos, Gostei MUITO de Paladinos na 5e...

    Agora tem que lembrar que não há necessidade de ligar Paladinos a Divindades.

    Paladinos com Oath fizeram um juramento. O desenrolar deveria ser o PORQUE esse juramento é importante pra ele. Ele convive com injustiças? Ele vê que a ordem falha com o povo? Ele vê as pessoas sendo feridas e exploradas? Ele pode fazer um Juramento de defender os que são incapazes de fazer isso por conta própria.

    Paladinos "verdes" são os que decidem valorizar a vida como a benção que ela é. São pessoas devotas à Natureza, cujo objetivo é enfrentar as Aberrações e atrocidades, perpetuar a alegria do presente da vida. Aproveitar as amizades, as refeições e as festividades. Muitos tem a ver com Druidas ou Rangers, se tornando guardiões, defensores ou representantes de Círculos Druídicos nas cidades.

    Paladinos de Vingança devem ter passado por uma experiência que os fez literalmente moldar a vida deles em torno disso. Algo MUITO ruim aconteceu, ao ponto de que ele decidiu por toda a sua vida de lado e se tornar um instrumento de vingança e retribuição.

    O "ponto de transição" deveria ser a formalização desse juramento. O momento onde eles decidem abdicar tudo que eles pensam pra seguir como um "instrumento" dos seus ideais.

    PS: Você prefere que poste aqui, ou no grupo do facebook?

    Abraço, ótimo podcast.

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    1. Valeu, cara. A galera se divide, né. Eu particularmente gosto daqui, pq o blog nunca sairá do ar, mas facebook é temporário, logo a postagem some. Aqui quem quiser pode vir e ler. E, por exemplo, sua resposta sobre os paladinos foi fantástica! Isso traz valor pra quem vier ler nos comentários. E facilita pra mim também. Como disse, só leio no podcast o que vem nos comentários e no e-mail.

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  6. Apareci de novo aqui! Bom, pra explicar minha ideia "ditatorial" de punir os jogadores, preciso dizer que meu grupo normalmente é Caótico, egoísta e destrutivo. Quando você joga com bárbaros, guerreiros, magos e ladrões na maioria, os personagens só sentem empatia pelo ouro. Aí, pra jogar eles em tramas de traição, mistério, violência e subterfúgio, as consequências são sempre uma parte importante. Uma dica para os mestres que conhecem inglês é o "guia do mestre" do Cyberpunk 2020, chamado "Listen Up, Your Primitive Screwheads!". É um livro bem agressivo, e tem um capítulo (escrito pelo criador do jogo) apenas com táticas maléficas e ajuda para MATAR personagens chatos. Tem umas extremamente horríveis, uma até envolve a necessidade do personagem ir ao Rio de Janeiro tentar combater uma porrada de guardas. Isso também dá ganchos interessantíssimos de aventura, e passei muitas sessões com os jogadores tentando sair de enrascadas estranhas.

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    1. Mas não é "ditatorial" cara, eu achei excelente a sua lembrança. E eu uso também punição e recompensado o tempo TODO. Agora, se der pra construir de um jeito que não seja necessário é bom, mas na maioria das vezes não dá mesmo, hehehe.

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  7. Ja ta citando até mesmo Foucault. Pqp. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

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